Economia e Mercado

Abilio Diniz avalia cenário brasileiro: ‘Momento não é só de retomada, mas de explosão na economia’

[Abilio Diniz avalia cenário brasileiro: ‘Momento não é só de retomada, mas de explosão na economia’]
14 de Junho de 2021 às 19:07 Por: Divulgação Por: Redação Bnews

O empresário Abilio Diniz, sócio do Grupo Carrefour e presidente do Conselho de Administração da Península Participações, avaliou o atual cenário do mercado brasileiro. Para ele, “o momento não é só de retomada, mas de explosão na economia”. 

“A economia está muito aquecida, os negócios estão muito aquecidos, as oportunidades são enormes. Isso evidentemente vai separar os competentes dos incompetentes. Quem tiver competência vai ganhar muito dinheiro, quem não tiver vai perder, provavelmente. É um momento não só de retomada, mas até certo ponto de explosão da economia, um momento muito forte. Nossa bolsa, apesar da pandemia, atingiu limites que não tinham sido alcançados. Nos Estados Unidos as bolsas também estão batendo recordes”, opinou o empresário, em entrevista ao portal Mercado&Consumo.

Para Abilio, a “explosão” será a nível mundial. “Foram injetadas quantidades monumentais de dinheiro nas economias em todos os países, em uns mais, outros menos. Mesmo aqui no Brasil, injetamos uma quantidade de dinheiro muito grande. Nos Estados Unidos, tanto [Donald] Trump quanto [Joe] Biden injetaram trilhões de dólares. Na Europa foram trilhões de euros. Evidentemente que isso alavanca crescimento e desenvolvimento. Isso alavanca mais do que a retomada, alavanca um desenvolvimento mundial”, afirmou ele. 

O sócio do Grupo Carrefour enfatizou ainda que acredita que o Brasil tenha potencial para seguir a toada do crescimento planetário. 

“Todas as empresas estão crescendo, o mundo está excitado em termos de business, em termos de negócios, e o Brasil não vai ficar para trás. O crescimento do PIB está sendo revisado todos os dias. Antes era esperado um crescimento do PIB de 3,5% [para 2021], depois de 3,8%, depois de 4%, e hoje o mais possível é que fique em torno de 5% ou mais. Tomara que isso aconteça porque a coisa mais importante que precisa ocorrer agora é gerar emprego”, disse. 

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