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Beco das Cores proporciona mais segurança para público LGBT

Roberto Viana / BNews
No entanto, foliões pedem para diversificar no ritmo musical   |   Bnews - Divulgação Roberto Viana / BNews

Publicado em 13/02/2018, às 19h18   Yasmim Barreto e Diego Vieira



O antigo Beco da OFF, atual Beco das Cores, localizado na Barra, é um local voltado para o público LGBT, que reúne a diversidade dos foliões todos os anos no Carnaval de Salvador. O Beco tem se tornado cada vez mais seguro e atrativo, tanto é que até quem mora aqui e nunca tinha se ''arriscado'' a vir para a festa momesca resolveu experimentar e afirma não se arrepender. É o caso da foliã Stefhany Germa Natte, 19 anos, que sempre viajava por medo de sofrer homofobia, mas depois que veio, garante que não tem do que reclamar. 

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''Me surpreendi tá tudo muito tranquilo, não tenho do que reclamar. Não presenciei nenhum tipo de briga''. Além disso, a jovem, que marcou presença todos os dias do carnaval 2018, ressaltou que só sai do Beco depois das 4h da manhã. 

Apesar do balanço positivo em relação à violência e segurança do público LGBT, o grupo de amigos Elvis Batista, 26 anos, Victor Magalhães, 24 anos e Rodrigo Pinto, 24 anos, reclamaram do ritmo escolhido para agitar o Beco das Cores: a música eletrônica. De acordo com eles, o foco do Beco some quando restringe apenas a um ritmo musical. 

''O foco do Beco das Cores sumiu com a música eletrônica. Um lugar que era voltado para a música pop, agora só toca eletrônica. Nós homossexuais, gostamos de todos os ritmos. Acho que tem que diversificar'', declarou Rodrigo Pinto que curtiu todos os dias da folia. 


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