Na Sombra do Poder

Na Sombra do Poder: O garanhão

[Na Sombra do Poder: O garanhão]
Por: Pixabay/ Reprodução/ Redes sociais/ Arquivo BNews/ Agência Senado Por: Editoria de Política 0comentários

O garanhão
Um não tão famoso advogado do estado, acostumado a galantear beldades do Direito baiano, parlamentares, prefeitas e até autoridades da Polícia Civil - leia-se delegadas -, parece estar em péssimos lençóis dessa vez. O jovem andou falando demais em época de pandemia, comentando sobre fotos e vídeos que teria feito. Uma das moças tratou rapidamente de investigar o assunto a fundo e já tem gente graúda querendo meter o “figurante de garanhão” atrás do xilindró. O Corredor da Vitória vai tremer...

De tijolinho em tijolinho
Após juntar tijolinho a tijolinho em Salvador e na Bahia, um famoso empreiteiro do estado agora resolveu aventurar-se por lados mais “arriscados”. O moço tem sido alvo do Judiciário em algumas investigações locais, envolvendo-se nas áreas da Saúde e Educação... é bem verdade que ele anda sumido do jet set baiano. Há quem diga que ele anda mergulhado no mar do lindo Litoral Norte do estado e não sai de lá por nada.

O dono da bola

No futebol de várzea, sempre tem o jogador mimado que leva a bola e força a barra para querer jogar de primeira. Na política, a obstinação do secretário de Saúde de Salvador, Leo Prates, para assumir o protagonismo de qualquer jeito tem chamado atenção no meio político. Ao anunciar que permaneceria na pasta municipal e adiaria o sonho pessoal, Prates não escondeu seu inconformismo. Como o dono da bola, ficou de birra e até tentou, sem sucesso, mudar o prazo para descompatibilização. A pandemia furou a bola dele.

Faltou combinar
Ainda assim, o PDT local aposta que a legislação pode ser flexibilizada mais adiante e possa surgir uma nova chance para ter Prates como seu candidato próprio. Por ora, a realidade impõe apenas a possibilidade de indicar o vice de Bruno, prerrogativa que Prates quer tomar para si... Só faltou combinar isso com os caciques do partido, que batem pé firme por voo solo.

Procurando o tom

Por outro lado, essa coluna apurou que, desde o final de semana, ACM Neto e Bruno Reis discutem qual o melhor tom para tratar a migração de Ana Paula Matos da Sempre para o jogo eleitoral. Ela também é filiada ao PDT e tem credenciais que podem ajudar a fechar a conta na arrumação da chapa majoritária.

Sobre ter opções
Além disso, Neto decidiu colocá-la no páreo dos possíveis candidatos a vice porque percebeu que, sem ela, ficaria com poucas opções no tabuleiro, correndo o risco de acabar com um nome indesejado e que agregaria pouco ao projeto.

O PDT de Neto é o DEM de Bolsonaro
O PDT está para ACM Neto assim como o DEM está para Bolsonaro. Não integra oficialmente o governo, mas mantém ministros/secretários na gestão. Félix Jr. foi apertado sobre o assunto e saiu com essa: “Não temos duas secretarias na prefeitura, é o prefeito que tem dois secretários filiados ao PDT”. Esperto, hein!?

Jogo real
O jogo real é que o PDT está na base de Rui e não tem motivos para rompimento, pelo menos agora.

Netinho correria

Em um formato à la "Papo Correria", quem também passou a aderir às lives no estilo ‘pergunte que eu respondo’ foi o prefeito ACM Neto. Como a internet não perdoa, não faltaram apostas para batizar o formato. Eis que surge o "Papo Segue o Passo". Até que não ficou ruim. Fica a dica, prefeito!

Relógio que não bate
Falando em Papo Correria e lives de políticos. Se tem uma coisa que Rui Correria sai muito atrás de Neto é no quesito "pontualidade". Já acostumado a atrasar os eventos presenciais antes da pandemia, nas lives atuais o atraso se repete. Será o benedito que nem sem a justificava do trânsito Rui consegue chegar no horário? Às vezes, chega a mais de uma hora de atraso. Ê relógio que não bate!

Da série “a internet não perdoa”

Após Bolsonaro aparecer com a camisa do Esporte Clube Vitória, os internautas trataram de fazer a piada pronta: "era para ser Mourão, o vice". Ô carma!

Apaguei para corrigir o tom
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, parece que anda tomando a mesma bebida que é servida no Governo Bolsonaro e vive recuando. Quem acompanha suas publicações nas redes sociais, especialmente no Twitter, sabe que é preciso dar um tempo para ver se o conteúdo será mantido. Na maioria das vezes, o secretário pesa a mão em alguma questão política e, logo depois, precisa corrigir o tom. Foi assim esta semana num tweet em que contestou declarações do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, que divergiam do governo do estado. A NSP está de olho.

As digitais fake news

O senador Angelo Coronel deu chilique em Brasília porque quer, a todo custo, assinar o topo do Projeto de Lei sobre fake news, cuja relatoria no Senado está sob seus ombros. O texto rascunhado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e pelos deputados federais Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) passou por consulta pública e ouviu diversas vozes. A queixa desses parlamentares é que o senador baiano ignorou a multiplicidade e quer empurrar uma nova redação apenas com suas digitais.   

Os cargos do leão
Um cacique de um partido da base do governador Rui Costa ainda resmunga sobre a divisão de cargos do governo pelo interior do estado. Segundo ele, o PT abocanha a maior fatia e chega a constranger aliados. Ele comparou a situação à história do leão que, junto com outros animais, decidiu dividir uma caça em quatro partes, mas ficou com três delas para si. E ainda ficou chateado com quem pegou o pedaço restante.

O bolsonarista ex de Neto
Um certo advogado entrou com uma Reclamação Constitucional no STF, com pedido de liminar, para derrubar o Decreto Municipal do prefeito ACM Neto que proíbe o funcionamento de academias, salões de beleza e barbearias.  Ele alegou que o decreto desrespeita a decisão do presidente Bolsonaro, que inseriu essas atividades como essenciais. Vejam só, o atual bolsonarista bradou, em 2015, com agentes da Transalvador, se gabando que tinha o WhatsApp do prefeito ACM Neto. Queria porque queria que a multa fosse retirada ao ser flagrado em um ato de infração. Estamos de olho, meu caro.
 

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