Na Sombra do Poder

Na Sombra do Poder: As quentinhas da AL-BA

[Na Sombra do Poder: As quentinhas da AL-BA]
Por: Divulgação/ Reprodução/ Redes sociais/ Arquivo BNews Por: Editoria de Política 0comentários

As quentinhas da AL-BA

Já não é de hoje que o assunto “comida” na ALBA é tido como uma caixa preta. Isso acontece desde os tempos do ex-presidente eterno Marcelo Nilo, passando pelo “expert” em cozinha Ângelo Coronel, e agora chegando até o pacato Nelson Leal. Uma curiosidade gira em torno do contrato disputado a tapas, literalmente, pelos players da cidade, e geralmente a mesma panelinha leva o polpudo certame. Dessa vez, a veterana Lemos Passos pilota o show de comidaria e buffets na Casa Legislativa. Será que mesmo em tempo de pandemia e em plenário deserto, ainda existe tanto “apetite assim”? É uma fome de leão..com a palavra o MP.

Um prefeito em maus lençóis

Um prefeito da RMS anda em maus lençóis desde que iniciou sua gestão. Fontes da coluna NSP garantem que o problema é que o jovem executivo tomou uma quantia para campanha na mão de alguns amigos de origem duvidosa. A dívida que era de R$400 mil hoje já beira a casa dos R$15 milhões e a turma montou acampamento perto da casa do coitado. Quem conhece a galera, afirma que eles não vão largar o osso e já tomaram até carro do rapaz . Falta de aviso não foi.
 
“Rui tá pra jogo”

Interlocutores que cercam o governador Rui Costa já admitem que ele não vai levar o nome de Denice Santiago a ferro e fogo até o fim da pré-candidatura. Rui é pragmático e toma decisão em cima dos números. Assim, não será surpresa se ele colocar a major como vice de alguém que tem a patente inferior, mas anda com todo gás cheio de votos. “Rui tá pra jogo”, é a síntese.

Republicanos gosta de palácio

Cresce uma corrente dentro da cúpula do Republicanos da Bahia que não descarta a possibilidade de a legenda ter vida própria nas eleições deste ano caso não fique com o posto de vice de Bruno Reis. Cogita-se até que a sigla dos bispos pode mudar de endereço. Sem palácio é que não vai ficar.

Tom eleitoral

Se no interior o ritmo de campanha já começou, na capital ainda está morno, mas as inaugurações dos gestores já dão o tom de eleição, vide algumas pautas do prefeito ACM Neto com longos e emocionados discursos, já ensaiando o palanque político. 

Sai da frente e vai pro front

Por falar em campanha, nessa semana o pré-candidato e vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis se despediu, já que a legislação não permite que ele participe de atos e inaugurações da prefeitura. Na ocasião, chorou, agradeceu e disse que não sabe o que o futuro lhe reserva. Mas, uma coisa é certa, terá a missão de acalmar a ala irritada com ACM Neto, devido as ações de combate ao coronavírus que afetou em cheio o setor do empresariado da capital. Em tempo, Bruno sai oficialmente da linha de frente, mas vai para o front eleitoral com todo gás. 

Foi-se o bônus

Depois que perdeu as tetas do Detran, restou ao Podemos as vacas magras da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), cuja atribuição inglória de fiscalização da autarquia acaba gerando situações constrangedoras com aliados pelo interior da Bahia. Foi-se o bônus e ficou o ônus. Bacelar e cia estão à procura de tetas no Thomé de Souza.

Muita sede ao pote

Escanteado após tentar se aproximar de ACM Neto (DEM) nas últimas eleições municipais, o PL continua apostando alto. Mais uma vez, a sigla negocia abandonar a base de Rui Costa (PT) para apoiar o democrata em Salvador utilizando como "carta na manga" o ex-deputado federal Irmão Lázaro, figura popular na capital baiana. Mas tá indo com muita sede ao pote. O pastor é colocado como moeda de troca nas conversas para o partido ficar na base de Rui, para migrar à base de Neto e até para ter a presidência da Câmara Municipal no segundo biênio da próxima legislatura. Para alguns observadores, tem muita espuma aí...

Peso morto

Esse movimento do PL de buscar abrigo na base de ACM Neto virou motivo de piada em grupos de WhatsApp que reúnem figuras importantes da política baiana. A resenha por lá é que o cacique estadual do partido, José Carlos Araújo, está “morto politicamente” e não tem nada expressivo pra requerer atenção de Rui ou de Neto. A legenda sobrevive dos mandatos solitários de Vitor Bonfim na AL-BA e de Isnard Araújo na CMS. No mais, como dizem as más línguas, “é peso morto”. 
 
Espaço simbólico

O único espaço no governo estadual que ainda estampa a bandeira do PL é a Secretaria Estadual de Turismo, mas é presença simbólica porque o secretário que está no posto é persona non grata pela cúpula do partido. José Carlos Araújo fala em alta voz que, se dependesse dele, “não teria indicado” Fausto Franco.

Desprestígio real

E por falar em Fausto, ele anda com prestígio em baixa na Governadoria também. A NSP apurou que ele nunca foi recebido pelo governador Rui Costa desde que assumiu a Setur no início do ano passado.

Política na marra

Tem secretário na gestão Rui (PT) que está roendo as unhas com medo de perder o cargo se uma certa negociação se confirmar. O cabra não tem uma postura política desde que foi nomeado, mas agora está tendo que fazer política na marra! Tem que cuidar da plantação pra não perder a colheita, engenheiro.

Calça curta  

A jurista Cátia Regina Raulino, investigada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) por prática ilegal da advocacia e plágio acadêmico, gravou vídeo, publicado nas redes sociais antes do escândalo que a envolve, sobre como se deve preencher o Lattes. Ao que parece, ela é adepta à teoria do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço", já que foi pega, em expressão da própria Cátia, de calça curta com as titulações supostamente inventadas no currículo.

Papagaio de cloroquina

Quem fazia questão de demonstrar distanciamento do governo federal e agora não perde uma inauguração ao lado do presidente Jair Bolsonaro, é o deputado federal João Roma. Aliado de primeira hora de ACM Neto, Roma tá em todas. Ao conferir na foto atrás do capitão, durante evento em Sergipe.

Posto Ypiranga tá virando Menor Preço

Tal como foi com Moro, o super ministro do Governo Bolsonaro, as rugas com Guedes já começaram. Tido como carro chefe da ala ministerial, Paulo Guedes e o presidente andaram arranhando a relação nos últimos dias. Isso porque o ministro da economia jogou no ventilador o debate sobre gastos públicos. O presidente achou que foi uma atitude desleal e internamente mostrou insatisfação. Circula nos bastidores palacianos que uma possível demissão do ministro já não é um tabu. E no imbróglio sobre “irresponsabilidade fiscal”, “teto de gasto” e “orçamento de 2020”, um político do meio não perdeu a piada ao falar que o “Posto Ypiranga tá virando Menor Preço”.
 

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