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Na Sombra do Poder

Na Sombra do Poder: Briga de gigantes

[Na Sombra do Poder: Briga de gigantes]
15 de Outubro de 2020 às 05:00 Por: Pixabay/ Reprodução/ Redes sociais/ Divulgação/ BNews Por: Editoria de Política

Briga de gigantes
Dois caciques da política local quase foram às vias de fato, há cerca de 15 dias, no gabinete de um deles. Após começar uma conversa amistosa, com desculpa pra cá e amenidades pra lá, o papo foi tomado por xingamentos impublicáveis. No resumo da ópera, foi uma baixaria completa, literalmente. A coisa só não ficou pior porque um tucano meteu o bico e apartou os gigantes. Quem viu tudo, mas não disse nada a ninguém, foi o poeta Castro Alves. De qualquer sorte, a briga já estava escrita nas estrelas.
 
Alegria comunista?
Quem deve ter ficado mega feliz com a notícia do desarme do Hospital de Campanha da Arena Fonte foi o secretário de Trabalho e Renda, Davidson Magalhães. Ahhhh, tenha certeza. Há quem dizia, lá atrás, quando houve a retomada dos jogos, que o comunista foi o entusiasta número 1 da utilização da Arena, mesmo com o povo internado na UTI lá dentro. Esses interlocutores não mentem. 

As Forças Ocultas contra Celsinho, a missão

Depois das forças ocultas perpassarem os caminhos de Geraldo Júnior na Câmara de Salvador, eis que no período eleitoral elas tornaram a exercer seu poder influenciador no contexto eleitoral soteropolitano. O candidato a prefeito da capital Celsinho Cotrim atribui às forças ocultas o cancelamento dos debates nas emissoras de TV e soltou os cachorros na emissora do galinho, pois esta o acusou de não ter aceitado o acordo e ainda meteu uma notificação extrajudicial caso não fosse chamado. Depois bradou muito contra a atividade da TV. 

Treta lá e low

Lembra da treta de Major Denice, que, na Suburbana, acusou o prefeito ACM Neto de usar o aparato da Transalvador para segurar sua carreata em detrimento da de Bruno Reis? Pois bem, repare: há quem diga que a campanha de Isidório não tá flor que se cheire com Denice e cia. Comentário de bastidor sobre as conversas telefônicas (pois os corredores das casas legislativas ainda não estão tão movimentados) apontam que a coordenação de campanha do doido (leia-se Coronel) pegou ar com Rui Correria e o seu aparato da Polícia Militar que o acompanha em todo evento (protocolo de segurança do governo). A PM, pelo dito a esta coluna, estava de escolta para abrir o caminho pra carreata e segurar as demais que estavam na desejada Cajazeiras. Quer dizer que é aquilo de dois pesos e duas medidas?

Depois do Isidório torto, a Denice torta

Todo mundo tava criticando o coitado do Isidório pelo vídeo do homenzinho torto e esta coluna também participou disso. Mas aqui daremos a César o que é de Cesar (e não é Leite): as pernas tortas de Denice (PT). O clipe com o jingle da campanha da Major, esteticamente, está legal, mas o trecho em que ela aparece com as partes da cintura pra baixo diferentes e com outra desenvoltura fez lembrar o raio Isidorizante, o mesmo que atingiu Cezar Leite, que foi para o primeiro compromisso de campanha dele com a Bíblia debaixo do braço. 

As “menina” e os “menino”
A pegada da emoção toma conta dos primeiros programas eleitorais, né minha gente? Todo mundo é pobre, vem de família humilde, escorre uma lágrima no canto do olho… Mas uma recente publicidade de Bruno Reis o transforma no menino do Calabar. Como da mesma forma, Olívia Santana vem toda emotiva ressuscitando o velho ACM e falando dos seus perrengues de vida, na pegada de menina da Boca do Rio. E Denice vai na linha da menina da Cidade Baixa. Bacelar é o garoto de Esplanada e Celsinho aquele que brincou no play. 
 
Bruno cerrão
E Bruno, rapaz... que passa o dia inteiro na rua caçando voto e, quando a fome aperta, bate na casa alheia pra fazer uma boca! Cerrou um pedaço de bolo, um copo de café e ainda jogou nas redes sociais. O moço tá cheio de gracejo mesmo! O que é que a liderança nas pesquisas não faz, hein? 
 

 

Apostando alto no #tbt 
A campanha de Olívia Santana fez praticamente um #tbt para resgatar a estadia de Bruno Reis no MDB, nos tempos áureos dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. A turma aposta alto nessa associação para tentar sacudir o xadrez eleitoral. Em tempo, Bruno Reis disse esta semana, em sabatina do portal Uol, que os irmãos da Pedra do Valle não terão nenhum tipo de influência em seu eventual futuro governo. A conferir... 
 
De quem é esse jegue?
No périplo pela prefeitura de Lauro de Freitas, o bilionário Teobaldo Costa se meteu num rolê aleatório e foi parar num matagal agarrado com esse jegue. A turma da resenha política caiu matando em cima dele com a canção lendária de Genival Lacerda: "de quem é esse jegue? Ele quer me morder!".   

 
Versões de um mesmo fabricante 
Você piscou e o atacadista surgiu numa versão religiosa, fabricando simpatia (só que não) para pegar também essa fatia do eleitorado que vai às urnas com fé.
 
Choque de realidade
Os deputados de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia ainda não assimilaram a porrada com a cassação do mandato de Targino Machado e, logo mais, devem receber outro cacete. É dado como certo entre eles que Marcell Moares cairá no mesmo calvário que o ácido deputado feirense caiu perante os ministros do TSE. A acusação de abuso de poder econômico nas eleições de 2018 passou batida no TRE-BA, mas tomou um choque de realidade na Corte superior. A turma da minoria está feito barata tonta no zap zap fazendo projeções de quem fica e quem cai numa angustiante contagem regressiva. Tic, tac... 
 
Ave de agouro

Alan Sanches está batendo tambor, descarregando o óleo ungido, rezando o Rosário e fazendo passe para se livrar das más energias das aves de agouro, seus próprios colegas de bancada, que alimentam a tese da sua queda do mandato efetivo como deputado. O deputado só corre o risco, caso os votos da dita ‘certa cassação’ de Marcell também sejam anulados. Mas quem se queima mais ainda com a história é Tiago Correia. Inocente, até que se prove o contrário, Correia acabou não se lançando candidato a vereador, na confiança de ficar deputado no vácuo de Prates até meados do ano que vem. 

Pode pedir música 
Por falar em agouro, o que dizer de Feira de Santana? Dois deputados cassados no mesmo ano. Se chegar um terceiro, pode pedir música no Fantástico. Na verdade, em breve, o líder da oposição, Sandro Régis, pode escolher a música, pois serão três da base da oposição sem mandato: Pastor Tom, Targino, e o próximo da fila é Marcell Moraes. Recomendo playlist iniciando com “segura na mão de Deus e vai”.

Se for da tua vontade, teu filho está pronto
Enquanto isso, Angelo Almeida - suplente que pode ganhar uma cadeira com essa reconfiguração judicial - praticamente reproduziu o meme que circula nas redes e disse que está “pronto”, aguardando apenas o sinal verde do TRE-BA. 
 
Orelha em pé

No meio dessa confusão toda, a única coisa que não mudou na AL-BA foi a articulação do presidente Nelson Leal para permanecer no comando da Casa por mais dois anos. Nesse sentido, como o BNews já adiantou, ele pode até antecipar a corrida presidencial e decidir o próximo biênio do Legislativo enquanto está todo mundo focado nas eleições de 15 de novembro. Não será surpresa para ninguém se rolar uma virada de mesa pra cima daquele acordo costurado pelo governador para Adolfo Menezes ser o próximo presidente. Interlocutores de Rui estão de orelha em pé sob o risco de um novo bypass. 
 
De olho na AL-BA
Vocês já pararam pra pensar que João Leão (PP) e sua patota podem estar forçando a barra para um eventual rompimento com o governador e usar a eleição da Assembleia Legislativa da Bahia para tal? O PP pode abrigar Bolsonaro de volta. Se isso ocorrer, Leão virará o estandarte do cabra? E há quem faça outra lógica: se Rui for candidato a senador em 2022, Leão assume o governo por oito meses. Vai ter o Executivo e o Legislativo na mão? É confiar demais numa ingenuidade de Rui e dos petistas que gostam do ‘venha nós’ e não são tão adeptos do ‘vosso reino’.

Analogia infeliz
Na tentativa de valorizar o passe de Eleusa Coronel, a sua candidata a vice, Isidório fez uma analogia que não caiu muito bem: “ela é muita areia para minha caçambinha”.
 

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