Coronavírus

Variante Ômicron representa 93% das contaminações de Covid-19 na Bahia

Agência Brasil

"O aumento do número de contaminações pela Covid-19 podem elevar o numero de hospitalizações e óbitos", diz secretária de saúde

Publicado em 17/02/2022, às 12h37 - Atualizado às 13h11    Agência Brasil    Redação

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectou que 93% dos novos caso de Covid-19 na Bahia são da variante Ômicron. Os resultados da nova rodada de pesquisa do laboratório foi divulgada nesta quinta-feira (17).

Segundo a diretora geral do Lacen-BA, Arabela Leal, a escolha das amostras para o sequenciamento dessa rodada de  pesquisas, é baseada na representatividade de todas as regiões geográficas do estado da Bahia.

A sectretária da saúde da Bahia, Adélia Pinheiro, destaca a impotância do trabalho do Lacen que é a 3ª maior unidade de vigilância laboratorial do Brasil no monitoramento da Covid-19. . "São mais de 1.700 sequenciamentos desde o início da pandemia e nesta última rodada, das 61 amostras, 57 eram da variante Ômicron e apenas 4 da variante Delta. A predominância dessa variante tem provocado o crescimento acelerado de novos casos, deixando em alerta as equipes de vigilância epidemiológica e assistência à saúde, a fim de fortalecer as medidas de contenção e, caso necessário, ampliar leitos”, afirma a secretária.

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Como consequência do crescimento no número de pessoas contaminadas, há uma tendência para o aumento de hospitalização por conta da doença e consequentemente, o número de óbtos principalemnete para pacientes que não completaram o ciclo vacinal ou se recusaram a receber a vacina.“Hoje a Bahia tem mais de 1,3 milhão de pessoas que sequer tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Além disso, 4,2 milhões de baianos estão com esquema vacinal incompleto porque já estão no prazo e não tomaram a segunda e terceira doses”, ressalta Adélia Pinheiro, ao pontuar a necessidade de manter medidas de proteção como uso de máscaras e higiene frequente das mãos.

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