Entretenimento
Publicado em 14/03/2012, às 11h34 Rafael Albuquerque


Usando uma peruca multicolorida e tocando guitarra, o humorista logo prendeu a atenção das pessoas que lotavam o espaço, point localizado no Rio Vermelho. A apresentação mostra toda a versatilidade de Fechine, que faz um retrospecto de sua vida a partir dos 12 anos de idade, já que, segundo ele, antes disso a vida não era tão interessante, pois sua vontade era ser “veado”. Entre aplausos e risos do público, Fechine falou de forma extrovertida sobre como ele saiu de sua terra, Campina Grande (Paraíba), e veio parar na capital baiana. Com texto assinado por Felipe Rodrigues e direção de Nelson Freitas (Zorra Total), o show prende a atenção e surpreende a cada personagem que Fechine representa. Embaixador da Paz, Sirley e Paulinho, sucessos nacionalmente reconhecidos no CD Folia e Fuleragem, foram alguns dos personagens que embalaram a noite de ontem. Entre uma e outra representação, Renato falou das tais situações que só acontecem com ele. No espetáculo, o artista falou das histórias curiosas que vivei. Uma delas é que ele por 30 horas ao lado de uma criança golfando e a outra é que ele não conseguiu subir a escada do motel. Além disso, eke explica o significado de “rumá-la desgraça” e da palavra “porra”. Outro ponto alto do show é quando Fechine fala de suas composições de sucesso e explica todo o processo de criação. Neste momento, sobra até para bandas conhecidas como Asa de Águia e É o Tchan.
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