Coronavírus

Colbert rebate “preocupação suspeita” de secretário e cobra do governo inauguração de hospital

[Colbert rebate “preocupação suspeita” de secretário e cobra do governo inauguração de hospital]
Por: Ascom Por: Redação BNews 0comentários

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), rebateu a “preocupação suspeita” do secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, e cobrou do governo a inauguração do Hospital Clériston Andrade, que tem sido constantemente adiada.

Sobre a crítica do secretário à reabertura parcial e de forma escalonada do comércio, Colbert ressaltou que a retomada das atividades econômicas na cidade tem ocorrido com base em critérios técnicos e científicos. Além disso, há uma fiscalização rigorosa das medidas restritivas determinadas pela prefeitura aos estabelecimentos. 

“Definimos as ações que entendemos as mais adequadas. Nós fizemos a abertura parcial e muito menor do que outras cidades, como Salvador, e de forma escalonada. Não vejo do secretário uma preocupação com Itajuípe, Gandu, Ipiaú, que tem mais casos por 100 mil habitantes do que Feira de Santana. As preocupações dele com Feira de Santana e Vitória da Conquista são muito suspeitas”, declarou Colbert, durante entrevista à imprensa nesta segunda-feira (29).

O gestor feirense cobrou de Vilas-Boas a inauguração do Hospital Clériston Andrade. A abertura da unidade de saúde teve a promessa de ocorrer nesta segunda-feira (29), mas foi novamente adiada. “Está na hora de inaugurar, mas não ouvi uma palavra sobre esse assunto. Talvez, tenha faltado essa lembrança importante ao secretário”, pontuou.
 
Colbert disse ainda que o secretário desconhece Feira de Santana, ao propor a abertura de um ponto de testagem para diagnosticar o coronavírus.

“O secretário fez essa solicitação, mas nós entendemos que devemos descentralizar e não centralizar. Ele quer um posto de testagem para um monte de gente ir para o mesmo lugar e aglomerar. O secretário não conhece Feira de Santana para fazer uma proposta como essa. A solicitação não é cabível porque queremos testar muito mais e não queremos que as pessoas saíam do seu bairro. Entendemos que não é uma estratégia mais adequada. Eu, como prefeito e médico, sei que a solicitação não foi a melhor”, afirmou.

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