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Justiça

Defesa da família de empresário morto acredita em pena máxima para Iuri Sheik

[Defesa da família de empresário morto acredita em pena máxima para Iuri Sheik]
29 de Setembro de 2020 às 14:35 Por: Divulgação/SSP-BA Por: Léo Sousa

Os advogados de defesa da família do empresário assassinado William de Oliveira acreditam que Iuri Sheik pode pegar pena máxima. O acusado faltou à audiência virtual de instrução, marcada para esta terça-feira (29), no juízo da 1ª Vara Criminal de Santo Antônio de Jesus.

Em entrevista à Record TV Itapoan, no início da tarde, o advogado Gabriel Bonfim, que representa os familiares da vítima, comentou a ausência de Sheik na oitiva. Na avaliação dele, a defesa do acusado tenta postergar a audiência.

"Nós estamos o tempo todo, essa é a realidade, informando, via judicialmente [...] Não tem como se dizer, depois daquela manifestação de ontem, depois de todas as mídias, todos os lugares dessa Bahia falando da audiência, não tinha como dizer que não sabia [da audiência]. Até porque se eu sou advogado, e o meu cliente é um réu solto, obviamente eu vou falar com ele: 'vá pra audiência, pra que você possa ser ouvido e que a gente possa adiantar'. Não tem como meu cliente não saber. A não ser que fosse um réu fugitivo, uma pessoa que tivesse fugindo", declarou.

Marcada inicialmente para as 9h desta terça, a audiência de instrução começou por volta das 10h30 e deve ir até as 15h. Sete testemunhas arroladas no processo pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) estão sendo ouvidas uma a uma, no ato.

"Essas testemunhas, elas são provas oculares. Elas viram acontecer a situação. Elas viram o momento do tiro, viram o momento do segundo tiro, viram os chutes. Então, elas formam um conjunto de provas pra que o juiz tenha embasamento, que nós já temos suficientes, pra que ele (Iuri Sheik) realmente venha a júri, porque só o júri popular, como é um caso de homicídio, que pode fazer as qualificações e julgar se ele é inocente ou se condenado. Agora, vale salientar que, por ser um motivo fútil, um motivo torpe, e fora que o nosso cliente não tava armado, não tava com faca, não tava com nada, então ele estava completamente desprotegido, nós acreditamos que essa pena chegue no nível máximo (sic)", complementou o advogado.

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