Polícia

Filho de PM é condenado a quase 17 anos de prisão após cometer feminicídio contra ex-namorada de 15 anos

[Filho de PM é condenado a quase 17 anos de prisão após cometer feminicídio contra ex-namorada de 15 anos ]
Por: Divulgação Por: Redação BNews 0comentários

Adriel Montenegro dos Santos, 23 anos, foi condenado a 16 anos e sete meses de prisão em júri popular, após ser acusado de matar a ex-namorada de 15 anos, em Salvador.  O julgamento, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (19), no Fórum Ruy Barbosa, durou quase 12h. 

Na sentença, o jovem ficará em regime fechado, por homicídio com motivo torpe, sem possibilitar a defesa da vítima, e feminicídio. Conforme publicação do G1, Adriel pode pegar mais um ano por porte ilegal de arma. No entanto, ainda vai acontecer o julgamento dessa acusação, informou o advogado da família da vítima, Rogério Matos. 

Adriel Motenegro retornou ao Complexo Penitenciário da Mata Escura, onde está preso desde setembro de 2017, para cumprir o restante da pena. Contudo, os advogados do jovem afirmaram que vão recorrer da decisão.  

Ainda conforme o G1, o réu foi a sexta pessoa a dar o depoimento, que começou por volta das 12h20, e afirmou que disparou contra Andreza acidentalmente, durante uma briga entre os dois.  Após o depoimento dele, a sessão foi suspensa por 30 minutos, quando foi feito um intervalo para almoço.

Relembre o caso – No dia 17 de abril de 2017, a vítima, Andreza Victória, foi morta com um tiro na nuca, na varanda da casa de Adriel, no bairro de Itapuã. A polícia relatou que o rapaz, na época com 21 anos, encontrou com a garota no Colégio Rotary, no mesmo bairro, onde ela estudava. Os dois seguiram para a casa dele, que fica também em Itapuã e quando chegaram no imóvel a vítima foi baleada.

Andreza chegou a ser socorrida pelo pai de Adriel, que é policial militar e um dos filhos, irmão do jovem, para a Unidade Pronto Atendimento (UPA) do bairro de Itapuã e logo foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. 

A vítima foi enterrada no dia 18 de abril, no Cemitério Bosque da Paz, bairro de Nova Brasília, na capital baiana.

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