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Cão é achado morto por envenenamento após vizinho reclamar de latidos

[Cão é achado morto por envenenamento após vizinho reclamar de latidos]
05 de Abril de 2021 às 10:15 Por: Reprodução / Instagram Por: Redação BNews

A morte por envenenamento de um cachorro da raça rottweiler chamado Bentley, no Guarujá, em São Paulo, é investigada pela Polícia Civil. O principal suspeito é um professor de 55 anos, vizinho da dona do animal, que reclamava dos latidos do cão. 

Após denunciar o caso para polícia, a dona de cachorro, Luiza Abduch, criou um perfil nas redes sociais em memória dele, com fotos e vídeos do pet. "Me ajudem a fazer justiça por ele", diz a descrição da conta no Instagram.

De acordo com Abduch, o cachorro vivia em um terreno próximo ao prédio onde ela mora juntamente com outro cachorro da mesma raça. "Um amigo ofereceu um rotweiller já adulto ao meu namorado e o meu cachorro era filhote, por isso fiquei com medo dos dois ficarem juntos. Mas com o tempo, eu fui levando o mais novo para conhecer e eles ficaram juntos", explica ela ao UOL.

Segundo a denúncia feita pela mulher, no início do mês passado, um vizinho foi até o local de trabalho do namorado dela e afirmou que os latidos do cão não deixavam a mãe dele dormir.

O companheiro de Luiza teria explicado ao homem que eram outros cachorros que latiam. A informação do casal, no entanto, é que o vizinho teria ficado muito irritado e teria dito que, se preciso fosse, ele resolveria. A bacharel se preocupou e pensou em procurar a polícia, mas familiares a tranquilizaram e acreditaram que o rapaz não faria nada.

Mas, no dia 23 de março, Abduch foi até o terreno e encontrou Bentley morto. Desolada com a morte do cão, ela fez um exame para descobrir o motivo da morte. No veterinário, foi comprovado que o óbito aconteceu por envenenamento por chumbinho.

A dona do Bentley começou a procurar câmeras de segurança próximas ao local e, segundo imagens obtidas por ela, foi possível identificar o vizinho, que seria o principal suspeito, com uma sacola na mão indo em direção ao imóvel com uma sacola e retornando para o prédio em seguida - ele mora no mesmo condomínio que Luiza. Todo o movimento teria durado cerca de 10 minutos.

A bacharel em direito também conseguiu reunir 12 testemunhas, descobrindo que o acusado morava no mesmo prédio que ela. Todo material foi entregue para polícia. 

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