Polícia

Familiares de Beira-Mar recebiam até R$ 6,8 mil em Câmara no Rio

[Familiares de Beira-Mar recebiam até R$ 6,8 mil em Câmara no Rio]
26 de Maio de 2017 às 08:16 Por: Reprodução/Fernando Quevedo Por: Redação BNews
Ao menos oito familiares do traficante Fernandinho Beira-Mar integraram o quadro funcional da Câmara de Vereadores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Rio, entre 2012 e 2017. Segundo o Jornal Extra, os parentes do preso recebiam salários que variavam de R$ 2.500 a R$ 6.800. Desses, três exerciam funções na atual legislatura.
 
Ainda de acordo com a publicação, o presidente da Câmara, Sandro Lélis (PSL), disse nesta quinta-feira que já assinou a exoneração dos três funcionários. "Todas essas nomeações são de responsabilidade dos vereadores que as indicaram. A frequência e a escolha dos cargos é da competência de cada vereador que os nomeou", justificou.
 
Uma nona pessoa ligada ao criminoso também trabalhou na Casa no período. De acordo com a Polícia Federal, conforme investigado na Operação Epístolas, todos eram funcionários fantasmas e não davam expediente na Câmara. 
 
Os três nomeados que seguiam ocupando cargos na Casa são Edite Alcântara de Moraes, sogra de Beira-Mar, que trabalhava como assessora do vereador Chiquinho Caipira (PMDB), e Débora Cristina da Costa Teixeira, irmã do traficante, que ocupa posto similar no mesmo gabinete. Além delas, Thuany Moraes da Costa, filha do criminoso, era assistente de presidente de comissão, indicada pela vereadora Leide (PRB), desde o dia 1º de janeiro deste ano, com salário de R$ 4 mil por mês.

 

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