Polícia

Caso Maragojipe: delegado nega que suspeita de cometer os crimes tenha se entregado à polícia

[Caso Maragojipe: delegado nega que suspeita de cometer os crimes tenha se entregado à polícia ]
21 de Setembro de 2018 às 10:56 Por: Arquivo Pessoal Por: Diego Vieira

O delegado Marcos de Sena Veloso, responsável por investigar as mortes da mãe e duas filhas na cidade de Maragojipe, no recôncavo da Bahia, negou que a acusada de cometer os crimes tenha se entregado à polícia. A informação de que a suspeita tinha prestado depoimento na delegacia do município acompanhada de dois advogados veio a público na quinta-feira (20).

Ainda segundo o delegado, também não é possível afirmar que Greicy Kelly Santos da Conceição, de 5 anos, Ruth Santos da Conceição, 2 anos, e Adryane Ribeiro, 23 anos, morreram vítimas de envenenamento, já que o resultado da necropsia ainda não está disponível.  As mortes ocorreram em um intervalo de menos de 15 dias.

O caso ocorreu entre julho e agosto deste ano. Durante o período, o cachorro de estimação das vítimas também morreu. O pai das meninas é o único sobrevivente da família.

Exumação

Os corpos das irmãs Greicy Kelly e Ruth Santos da Conceição foram exumados no último dia 5, na cidade de Maragojipe. Inicialmente, a polícia tinha divulgado apenas a exumação de Greicy Kelly, que foi a primeira a morrer. No entanto, durante a realização do procedimento, o delegado Marcos Veloso, responsável pela investigação, informou que a irmã da menina, Ruth Conceição, também seria exumada. Os corpos foram enterrados no Cemitério de Nagé, povoado de Maragojipe. Segundo a polícia, as amostras foram colhidas no local e não foi necessário fazer a remoção dos corpos.

As mortes

A primeira morte foi de Glecy Kelly Ribeiro dos Santos, 5 anos, no dia 31 de julho. Ela morreu depois de um mal-estar. A mesma situação aconteceu com a irmã dela, Ruthy Ribeiro dos Santos, de dois anos, no último dia 6. 

Já na noite segunda-feira (13), a mãe das vítimas, Adryane Ribeiro, 23 anos, também morreu. Ela foi socorrida para Unida de Pronto Atendimento (UPA) após passar mal em um culto em uma igreja evangélica.

Além da morte das duas irmãs e da mulher, um pássaro e um cachorro que eram cuidados pela família também morreram durante o mesmo período. O único sobrevivente da família é o pai das crianças e marido da Adryane, Jefersson Ribeiro.

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