Política

Após pedaladas, impeachment deve ser acelerado, acredita Imbassahy

Publicado em 13/10/2015, às 09h36   Caroline Gois e Aparecido Silva



O deputado federal baiano Antônio Imbassahy (PSDB) é um dos que acreditam na aprovação do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) pela Câmara dos Deputados. Segundo o tucano, a indicação do Tribunal de Contas da União (TCU) de que as pedaladas fiscais praticadas pelo governo continuaram nesse ano de 2015 pode acelerar o andando do processo no Congresso. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), pode dar seu parecer sobre o pedido feito pelo petista Hélio Bicudo e por Miguel Reale Júnior, mas acredita-se que ele pode prorrogar a decisão para que os autores do processo acrescentem os pareceres do TCU à documentação.

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“A situação dela está muito grave. Aqui tem um pedido de impeachment que pode acontecer hoje, mas aqui ninguém sabe de tudo, o quadro está muito nebuloso. Vamos aguardar a decisão de Eduardo Cunha. Se ele rejeitar tem um caminho em que a oposição pode entrar com recurso. Se ele aceitar, tem um outro caminho que dará velocidade ao processo de impeachment. Se o plenário da Câmara aprovar este pedido, aí será aberta uma comissão especial composta de 66 deputados que vai abrir um prazo para que Dilma ofereça a defesa. Aí, vem para o plenário e a decisão deve sair em novembro”, explicou o parlamentar em entrevista à Metrópole FM na manhã dessa terça-feira (13).

Segundo a legislação brasileira que trata de impedimento presidencial, caso ocorra a aprovação do processo, a presidente será afastada imediatamente e o vice-presidente, Michel Temer (PMDB) assume o cargo.  

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