Política

TRE mantém prefeita de Maraú no cargo após ser acusada de compras de voto

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O advogado do alcaide afirmou que a única testemunha que depôs na justiça foi contraditória

Publicado em 01/12/2018, às 17h48    Divulgação    Redação BNews

Após ter o mandato cassado na primeira instância, a prefeita de Maraú, Maria das Graças de Deus Viana, se mantém no cargo após o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) acolher, por unanimidade, o recurso impetrado pela prefeita. Segundo a assessoria de imprensa da gestora, o TRE declarou improcedente a acusação de compra de votos nas eleições municipais de 2016.

"Deus está sempre no comando. A oposição maligna de Maraú tenta a todo custo tumultuar o trabalho de uma gestão séria e comprometida com seu povo", desabafou Gracinha Viana, como é conhecida na região, e que foi reeleita. 

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi impetrada pela Coligação Um no caminho para Maraú. A gestora foi acusada de suposta captação ilícita de sufrágio e transgressões eleitorais. Na decisão do juiz de primeira instância, ele sustentou a sentença com base na oitiva de testemunha e também na análise de vídeos que flagram suposta compra de voto e abuso de poder econômico.

Mas, o advogado do alcaide, Fernando Vaz Costa Neto, afirmou que a única testemunha que depôs na justiça foi contraditória, não comprovado a denúncia realizada.

"Inexistiu prova que demonstrasse a ocorrência da conduta ilícita porque tudo não passou de uma tentativa de derrubar a gestão. A justiça foi feita", comemorou a defesa.

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