Política

Aliados e oposição acham tom de Geddel muito estranho

Imagem Aliados e oposição acham tom de Geddel muito estranho

De acordo com Geddel, nenhuma conversa com nenhum partido está fechada para o ano que vem

Publicado em 04/06/2013, às 10h21        Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)

Opositor ferrenho do governo Jaques Wagner, o presidente estadual do PMDB, Geddel Vieira Lima, apresentou um tom bem mais ameno na entrevista concedida à Tribuna da Bahia nesta segunda-feira (3), fato que deixou opositores e aliados do vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal surpreso. De acordo com Geddel, nenhuma conversa com nenhum partido está fechada para o ano que vem.
De acordo com o líder do governo na Assembleia Legislativa, Zé Neto (PT), o discurso do peemedebista é estranho pois, de acordo com ele, até "ontem" o governo Wagner e o partido eram “odiados” por ele e seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima. Porém, ele acredita que Geddel tem direito de pensar o que quiser e que deve ser dado tempo ao tempo para saber o que de fato as declarações do líder partidário significam. 
Igual surpresa teve o líder do bloco PSDB/PR na Casa, o tucano Adolfo Viana. Ele, porém, disse preferir se reservar nas opiniões e acreditar que, ano que vem, as oposições marcharão unidas em torno de uma candidatura única. Já a deputada Luíza Maia (PT) e o secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, refutam uma eventual aliança entre Geddel e o partido, como já houve um dia. O secretário alega que haverá manutenção da aliança em nível nacional, mas o plano estadual continuará como está em relação à sigla.

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