Política

Arthur Maia, presidente da CPMI, rejeita tese de golpe em 8/1

Pedro França/Agência Senado
O deputado federal Arthur Maia, presidente da CPMI do 8 de Janeiro, tratou atos como gigantesca selvageria  |   Bnews - Divulgação Pedro França/Agência Senado
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 08/01/2024, às 22h59 - Atualizado às 22h59



O deputado federal Arthur Maia (União Brasil), que presidiu a CPMI do 8 de Janeiro, se pronunciou nesta segunda-feira (8) a respeito dos atos ocorridos há um ano e pontuou não acreditar na tese de tentativa de golpe, embora tenha também afirmado, em texto publicado no X (antigo Twitter), que alguém pode ter consultado as Forças Armadas sobre a possibilidade de proceder para este fim.

"Me recuso a aceitar que essa gigantesca selvageria, porquanto gravíssima, possa ser considerada uma tentativa de golpe de estado, simplesmente porque aquela turba, ainda que agressiva e mal intencionada, não dispunha de meios de força capazes de promover a tomada do poder", escreveu o parlamentar. 

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Um pouco antes desse trecho citado, em outra parte do pronunciamento disse que um golpe de estado pode ter sido pensado. "Não posso afirmar categoricamente, mas o meu sentimento é de que, em determinado momento, algum personagem dirigiu-se ao comando das forças armadas e perguntou da possibilidade de adesão a um golpe de estado. Por óbvio, crendo como creio que isso de fato aconteceu, a resposta foi negativa, levando os pretensos golpistas a desistirem do seu infeliz intento".

Confira a postagem do parlamentar:

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