Brasil

‘Lula quer dialogar, mas Ciro é muito agressivo’, diz senador do PT

[‘Lula quer dialogar, mas Ciro é muito agressivo’, diz senador do PT]
25 de Maio de 2021 às 20:30 Por: Jefferson Rudy/Agência Senado Por: Redação Bnews

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) afirmou nesta terça-feira (25), em entrevista ao BNews Agora, que o ex-presidente Lula tem tentado dialogar com diferentes vertentes políticas visando as eleições de 2022, mas que é mais difícil estabelecer uma comunicação com Ciro Gomes (PDT-CE), porque ele é “muito agressivo”.

“Lula e Fernando Henrique Cardoso se reuniram semana passada. O ex-presidente tem buscado dialogar com diferentes forças políticas e o que sai desses encontros é que o Brasil precisa voltar ao eixo da normalidade institucional, democrática e política. Ele está conversando com aqueles que têm um projeto para o país”, disse ele, que ponderou possível aliança entre Lula e Ciro, quando perguntado. “Ciro tem postura muito individual, muito pouca conversa, ele é muito agressivo”, completou. 

O senador comentou ainda sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que ouviu nesta terça a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

"Com raras exceções, a CPI tem buscado ouvir os principais agentes do governo federal na área da Saúde, que têm um papel decisivo na coordenação do enfrentamento à pandemia. Porque o que a gente tem visto é que na gestão de Jair Bolsonaro não há um combate ao coronavírus. A equipe dele conduz na tese da imunidade natural, ou seja, acreditando que o melhor é deixar o Brasil sem restrições, o que vai fazer com que as pessoas se contaminem em massa e então atingiremos a imunidade de rebanho”, declarou ele. 

O parlamentar ainda falou sobre a possibilidade de convocar prefeitos e governadores para depor. “Gestores municipais e estaduais têm seus próprios parlamentos responsáveis pela fiscalização de seus exercícios. Então se houver algo a ser investigado, fica a cargo das assembleias legislativas e das câmaras municipais. Se houver algo muito absurdo, como o que ocorreu com a falta de oxigênio em Manaus, aí sim chamaremos.”

Já sobre a possibilidade de concorrer ao pleito estadual de Sergipe no próximo ano. “Disputar eleição para Governo do Estado seria uma honra. Disposição eu tenho, desejo de poder contribuir com meu Estado para que ele reecontre o caminho do desenvolvimento eu também tenho, mas isso vai depender muito da construção desse ano de 2021. A gente precisa superar essa pandemia e ver como vão caminhar as conversas nacionais para pensarmos em candidaturas”, afirmou.

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