Infraestrutura

Licitação dos sanitários químicos foi transparente, diz Rosemma

[Licitação dos sanitários químicos foi transparente, diz Rosemma]
12 de Março de 2014 às 08:31 Por: Gilberto Júnior Por: Djalma Júnior (Twitter: @djalma88)

Em entrevista ao programa Se Liga Bocão na Itapoan FM, nesta terça-feira (11), a secretária Municipal de Ordem Pública (Semop), Rosemma Maluf, destacou a recente situação em que a prefeitura foi alvo de críticas pelos supostos “gastos exorbitantes de R$ 18 milhões”, segundo o vereador Arnando Lessa, da prefeitura de Salvador em contratos de alugueis de banheiros químicos com a empresa Star Ambiental Ltda.
 


Em resposta, Rosemma afirmou que a licitação foi transparente e atendeu as demandas dos sanitários. “Este contrato abrange, além deste último carnaval, a festa momesca de 2015 e demais festas populares que aconteçam na cidade. O pagamento é de acordo com as demandas de ordens de serviço”, ressaltando ainda que, “o vereador apenas fez o seu papel em analisar e fiscalizar a situação”.

Sobre o Carnaval de Salvador 2014, Rosemma Maluf afirmou que a avaliação da Semop foi positiva e apresentou três frentes de trabalho.  Foram elas: a exclusividade das cervejarias, apresentando o sucesso da organização e levantamento financeiro positivo; ordenamento físico dos ambulantes, com fiscalização constante em restrição de certos equipamentos, como chapas para sanduíche; e por fim, a prevenção à violência com a apreensão de armas brancas, a exemplo de espetinhos e facas.

A secretária ressaltou ainda que, neste ano a prefeitura ofereceu vagas em quatros creches infantis que funcionaram em período de 24 horas durante toda a festa, possibilitando que os pais que estivessem trabalhando no circuito deixassem seus filhos seguros.     

Ribeira       

Quando o assunto foi a situação do bairro da Ribeira, Rosemma afirmou que a localidade possui uma faixa conflitante em sua orla por ser um bairro misto, comercial e residencial.

Atualmente no bairro da Ribeira, acontece toda segunda-feira a ‘Segunda-feira sem lei’, antiga ‘Segunda-feira gorda’. “A festa semanal vem gerando violência levando terror aos moradores da localidade. As pessoas se acostumaram a usar o espaço público como privado, e durante um bom tempo faltou uma fiscalização mais enérgica, eu diria, e as pessoas foram se expandindo com o espaço público. Primeiro abrem o carro, depois colocam mesas” comentou a secretária.

Rosemma Maluf ressaltou ainda que a prefeitura busca uma conciliação com os comerciantes locais. “Serão 12 a 16 mesas com cadeiras para cada comerciante em sua área de unidade. Não será permitido mais 80 a 100 mesas no espaço, como antigamente”.  

Baianas de Acarajé

Uma das pautas do programa foi sobre a situação das baianas de acarajé. A secretária afirmou que a justiça ainda analisa as questões de segurança e ecologia com a utilização do dendê na faixa de areia. Até a decisão final, as baianas não possuem permissão para continuar fritando seu acarajé neste local específico, mas no calçadão das praias elas possuem toda liberdade. 

Foto: Gilberto Júnior 

Publicada no dia 11 de março de 2014, às 19h35
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