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Wagner reconhece erro do PT em não ter preparado candidato para eleição 2020

[Wagner reconhece erro do PT em não ter preparado candidato para eleição 2020]
Por: Roberto Viana/BNews Por: Victor Pinto e Marcio Smith 0comentários

O senador Jaques Wagner (PT) declarou, nesta quinta-feira (16), que o erro petista foi não ter preparado uma candidatura para a capital baiana desde 2016. Wagner ressaltou que "as coisas na política seguem o rumo da naturalidade" e que o governador Rui Costa (PT) deve apoiar mais de um nome dentro da sua base.

"As coisas na política seguem o rumo da naturalidade, eu digo sempre que a política segue esse rumo. Ninguém inventa candidato na véspera, ninguém vira aglutinador sem ser, então, não havia um nome construído previamente, talvez esse tenha sido um erro maior nosso, não ter construído um nome desde 2016 [...] O governador ainda está num compasso de espera, observando e olhando pesquisas para ter uma posição. Mas, eu acho que provavelmente a posição do governador será essa que está se avizinhando, mais de uma candidatura dentro da base", afirmou Wagner.

O governador ressaltou que a estratégia da pulverização de candidatos da base, já foi utilizada pelo partido nas eleições de 2008."Eu já tive essa mesma condição em 2008. Era Antônio Imbassahy, João Henrique e Walter Pinheiro. E acabou dois dos nossos indo para o segundo turno [João Henrique e Walter Pinheiro]. Então eu não acho risco nenhuma essa realidade", declarou o ex-governador.

Questionado sobre a indefinição do candidato petista para a disputa a prefeitura de Salvador em 2020, Wagner afirmou que o partido afunilará até o fim de janeiro seus possíveis candidatos. O partido está com quatro candidatos a pré-candidatos, são eles: Fabya Reis, titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); Juca Ferreira, ex-ministro dos governos petistas; Robinson Almeida, deputado estadual e Vilma Reis, socióloga. 

Wagner afirmou que ainda falta muito tempo para as eleições municipais de 2020 e que a legenda irá construir sua candidatura para o pleito. "Eu acho que é cedo, o povo começa a se interessar por eleição em agosto/ setembro, ainda temos tempo para a gente arrumar, construir e disputar. Ganhar ou perder vai depender do povo.", afirmou o senador.  
 

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