Política

Geraldo diz que Neto terá "sensibilidade" em ouvir CMS sobre mudanças no transporte público

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13 de Fevereiro de 2019 às 18:36 Por: BNews/Vagner Souza Por: Henrique Brinco 0comentários
O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior (SD), defendeu que a Casa participe das discussões a respeito das mudanças no transporte público na capital. Ao longo da semana, diversos vereadores reclamaram da ausência de debate sobre o reajuste da tarifa de ônibus na cidade.
 
"Todas as discussões da cidade terão que passar pela cidade de Salvador. [...] O sistema de transporte público necessita de melhorias na sua operacionalidade e na sua estrutura", destacou, em entrevista ao programa "Se Liga Bocão", da rádio Itapoan FM, na noite desta quarta-feira (13).

O edil acredita que o Palácio Thomé de Souza consultará os parlamentares a respeito do caso. "Tenho certeza que haverá sensibilidade do prefeito ACM Neto em ouvir a CMS", acredita.
 
Entenda o caso
A proposta de reajuste da tarifa de ônibus, prevista para o final de fevereiro, virou alvo de críticas de vereadores oposicionistas ao longo dessa semana no Plenário da Câmara Municipal de Salvador. Os parlamentares criticam a falta de discussão sobre o assunto a Casa.
 
"Nós temos acompanhado e recebido muitas queixas a respeito da qualidade do transporte. [...] Até hoje não temos ônibus com ar-condicionado e as pessoas tem sofrido com a retirada de linhas", disse a vereadora Aladilce Souza. "Quero lembrar também que a Lei Orgânica do Município de Salvador que a proposta de reajuste tem que passar pela Câmara Municipal".

No final de janeiro, o secretário de Mobilidade de Salvador, Fábio Mota, afirmou que o reajuste só vai acontecer após a renovação da frota de veículos e que a situação deve ser resolvida até o dia 24 de fevereiro. “Nós firmamos um TAC [Termo de Ajuste de Conduta] com o Ministério Público da Bahia, que permite que a Prefeitura faça auditoria para certificar a quantidade de passageiros que estão sendo transportados e permite que o estudo econômico seja desenvolvido. Vamos discutir não só a questão do equilíbrio financeiro, mas também orçar a bilhetagem”, disse.

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