Polícia

Polícia investiga morte da modelo que caiu do 15º andar

[ Polícia investiga morte da modelo que caiu do 15º andar]
10 de Abril de 2011 às 17:45 Por: Redação Bocão News
Segundo o pai da modelo capixaba Jennifer Corneau, 17, morta na madrugada desta sexta-feira (8), após cair do 15º andar de um apartamento em Portugal, a polícia continua as investigações sobre a morte de sua filha, com novos fatos.
Em entrevista à Rádio CBN, Girley Vitorino Silva, 40, contou que o corpo de Jennifer possui hematomas e escoriações. Ela teria caído do prédio onde mora o namorado, Miguel Alves, 30.

"Recebi uma ligação e fiquei sabendo que até saiu uma nota em um jornal de Portugal sobre essa linha de investigação. O corpo está com hematomas e escoriações. Acredito que isso mostra que ela não se jogou. Com essa nova versão, imagino que ela pode ter sido morta antes. Ele (o namorado) não sabia o que fazer com o corpo e então resolveu jogá-la", conta o pai.

A mãe da modelo, Solange Corneau - que mora em Portugal - confirma que há especulação de homicídio, mas, oficialmente, só após a autópsia, que deve ser realizada nesta segunda (11) ou terça-feira (12). Neste domingo, agentes da unidade de Homicídios da Polícia Judiciária de Lisboa investigam a origem dos hematomas.

A desconfiança dos familiares de que não tenha acontecido suicídio é justificada pelo perfil que eles traçam de Jeniffer, e pela demora do namorado em passar a notícia da morte.

"Somente horas após o ocorrido foi que Miguel ligou para minha ex-esposa para falar o que tinha acontecido. Ele falou que Jeniffer teria deixado uma carta, mas a polícia está investigando. Ela nunca bebeu, nunca fumou, era inteligente, era consciente, estava sempre alegre e tranquila. Não tinha depressão. Desfilava três vezes por semana e não dependia nem do pai nem da mãe. Ela não tinha motivos para cometer suicídio", desabafa Girley.

Ao site Gazeta Online, a mãe da modelo falou sobre a suposta carta deixada pela filha. "Tive acesso ao bilhete, não é uma carta, é um bilhete. Lá havia algumas frases, mas tudo muito vago. Reconheci a letra dela e a assinatura dela, mas os dizeres não são da 'Jeni' que criei. O bilhete não diz diretamente sobre agressões. Fala algo como se ela estivesse cansada da situação e que ela era a culpada por o relacionamento não ter dado certo. No bilhete também há uma frase pedindo para que eu a perdoasse", contou Solange Corneau.


As informações são do Gazeta On Line


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