Política

Em encontro, Rosemberg canta Valdik Soriano e Nilo fala em coração atingido

[Em encontro, Rosemberg canta Valdik Soriano e Nilo fala em coração atingido]
16 de Dezembro de 2014 às 23:42 Por: Paulo M. Azevedo Por: David Mendes (Twitter:@__davidmendes)

Os deputados estaduais e os eleitos para a próxima Legislatura se reuniram, na noite desta terça-feira (16), para uma confraternização organizada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Marcelo Nilo (PDT), encontro realizado no restaurante Bargaço, na Boca do Rio, em Salvador.

Com direito a música ao vivo e regado à bebida e comida, o jantar, batizado de “adesão”, já que a conta, garantiu Nilo, é paga pelos próprios parlamentares que têm que desembolsar R$ 150 cada, deixou por um momento as desavenças e embates do Parlamento de lado.

Rosemberg canta "Torturas de Amor", de Valdik Soriano

No evento, o líder do PT na Casa, deputado Rosemberg Pinto, bastante descontraído e conhecido pelas suas canjas em festas, pegou o microfone e soltou um Valdik Soriano. A música escolhida pelo petista: ”Torturas de Amor”, onde o cantor baiano de Caetité pede a volta, só mais uma noite, do seu amor.

“Nilo disse que Rosemberg Pinto canta bem, já cantar os deputados...”, confidenciou a deputada petista Luiza Maia, que garantiu seguir a banca do seu partido e seu voto será de Rosemberg.

Rosemberg garante que sua candidatura está mantida. “Não temos embates lá. É apenas uma disputa de conceito e de gestão da Casa, da busca da democracia, de fazer com que a Casa se torne mais respeitada pela sociedade”, disse.

Sobre a alfinetada de Nilo, Rosemberg esqueceu, mesmo que rapidamente, o momento “confraternização” entre os pares. “A forma como ele canta é diferente da minha. Eu prefiro continuar cantando da minha maneira”, rebateu o petista.

Declarações de Wagner contra reeleição na Alba

Enquanto ouvia “Torturas de Amor” na voz de Rosemberg, Nilo comentou as declarações do governador Jaques Wagner (PT), que afirmou, durante a cerimônia de diplomação nesta segunda (15), ser contra a reeleição infinita no Poder Legislativo da Bahia. Questionado se o líder baiano estava “torturando este por quem sempre te adora”, o presidente da Alba demonstrou mágoa com o posicionamento do aliado e “conselheiro”, como mesmo fez questão de ressaltar.

“A posição dele sempre pesa, inclusive para o meu coração”, desabafou o pedetista, que deverá completar uma década no comando da Assembleia Legislativa.

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