Política

Aleluia volta às origens após rápido passeio pela base governista na Câmara

[Aleluia volta às origens após rápido passeio pela base governista na Câmara]
08 de Maio de 2015 às 12:08 Por: Divulgação Por: David Mendes (Twitter: @__davidmendes)

O presidente do Democratas na Bahia e deputado federal José Carlos Aleluia, até que tentou justificar voto favorável à Medida Provisória 665, que faz ajustes em benefícios sociais, como o abono salarial e o seguro desemprego, ao afirmar que “não faço coro ao ‘quanto pior, melhor’” e que nunca tinha escondido a sua posição a favor do ajuste fiscal do governo da presidente Dilma Rousseff (PT).  O problema é que a debandada de oito parlamentares democratas criou uma crise interna no partido.

Ferrenho opositor da gestão petista do país desde que retornou ao Congresso, Aleluia apontou uma irrefreável demagogia da presidente Dilma e de Lula que “nos legaram uma bomba nas contas públicas que precisa ser desarmada, sob pena de toda a sociedade sofrer ainda mais as agruras que já vem passando atualmente com a inflação e o desemprego”.


Prefeito ACM Neto costurou votos a favor do governo com Michel Temer (PMDB)

Ao jornal A Tarde, publicado nesta sexta-feira (8), o deputado demistas explicou que conversou com o prefeito ACM Neto, articulador dos votos favoráveis à proposta do governo, porque o gestor soteropolitano sinalizou perda de receita da prefeitura, daí a necessidade de atender um pleito do governo petista em troca do atendimentos aos pleitos da administração democrata em Salvador.

Entretando, a movimentação do prefeito causou a ira do líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que chamou de traidores os oitos deputados do seu partido que votaram favoráveis à matéria – os parlamentares baianos atenderam o pedido de ACM Neto.

Nesta sexta, como de costume, Aleluia voltou a usar as redes sociais para fazer severas críticas ao governo e ao PT. Em uma das publicações, mirou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a quem chamou de ex-presidente lobista que usa o Estado brasileiro como ferramenta de chantagem, extorsão e caixa de enriquecimento”.  “Ou Lula vai preso, ou mensalões, petrolões e outros escândalos vão continuar a existir”, escreveu.

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