Saúde

Licitação para construção do Centro de Traumatologia de Vitória da Conquista é lançada

[Licitação para construção do Centro de Traumatologia de Vitória da Conquista é lançada]
13 de Setembro de 2018 às 07:24 Por: Divulgação Por: Redação BNews

O Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (13) traz o edital de licitação para a implantação do Centro de Traumatologia de Vitória da Conquista. O valor global estimado é de R$ 9,4 milhões.

A unidade, segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), contará com 63 leitos que funcionarão integrados ao Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), além de um centro cirúrgico com três salas e uma agência transfusional. A ordem para a licitação foi assinada nesta quarta-feira (12) em Vitória da Conquista pelo secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.

O Centro de Traumatologia de Vitória da Conquista ocupará as instalações do antigo Hospital Especializado Afrânio Peixoto (HEAP), cuja edificação passará por reforma e modernização a fim de atender as normas sanitárias e adequação do novo perfil assistencial, visto que atenderá pacientes vítimas de ortotrauma ao invés de psiquiátricos.

A medida atende, simultaneamente, à indicação do Ministério da Saúde e da Política de Saúde Mental no Brasil, ao promover a redução programada de leitos psiquiátricos de longa permanência, incentivando que as internações psiquiátricas, quando necessárias, se deem no âmbito dos hospitais gerais e que sejam de curta duração. Fábio Vilas-Boas pontua que o centro se tornará referência em traumatologia para Vitória da Conquista e toda região. “O novo serviço vai absorver toda demanda ortopédica da região sudoeste. Isso significa que estamos ampliando o HGVC”, afirma o secretário, que informou que as obras devem ser concluídas em até um ano.

“Além disso, o Centro de Traumatologia expande a capacidade de cirurgias ortopédicas, uma vez que os acidentes de moto representam hoje o maior e mais grave problema de saúde pública do estado, tendo em vista os elevados custos econômicos e sociais, além da elevada taxa de ocupação de leitos hospitalares, visto que são pacientes politraumatizados”, afirma Vilas-Boas.

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