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Casa mãe do empresário e da sustentabilidade

Sob a liderança de Isabela Suarez, a ACB busca enfrentar desafios como burocracia e insegurança jurídica, promovendo um crescimento sustentável.  |  Arquivo pessoal

Publicado em 12/08/2025, às 11h22 - Atualizado às 22h19   Arquivo pessoal   Redação

No dia 28 de julho de 2025, a empresária e advogada Isabela Suarez tomou posse como presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB) para o biênio 2025-2027, marcando um momento histórico para a entidade bicentenária, a mais antiga do gênero nas Américas.  

Ao longo de mais de dois séculos, a ACB tem sido a voz ativa e respeitada da classe empresarial, articulando interesses legítimos, estimulando a livre iniciativa e contribuindo para o progresso da Bahia e do Brasil. Como a segunda mulher a ocupar o cargo em 214 anos, Isabela assume a liderança com uma visão que combina tradição, inovação e um forte compromisso com o fortalecimento do setor empresarial e o desenvolvimento sustentável da Bahia. Sua gestão promete ser um divisor de águas para os empresários baianos e para o estado como um todo, trazendo benefícios concretos em diversas frentes.

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Isabela Suarez, que, além de advogada e empresária, também preside a Fundação Baía Viva, é reconhecida por sua trajetória no setor empresarial e por sua atuação na promoção da sustentabilidade. Sua experiência como vice-presidente do Núcleo de Sustentabilidade da ACB na gestão de Paulo Cavalcanti, agora presidente do Conselho Superior da entidade, a credencia para liderar com competência e visão estratégica.

Em seu discurso de posse, Isabela destacou a importância de assumir a presidência de uma instituição que simboliza “o pensamento econômico liberal, a força do empreendedorismo e a união dos empresários”. Sua eleição, em chapa única, reflete o consenso entre os associados sobre sua capacidade de conduzir a ACB em um momento desafiador para o setor produtivo, mas, sobretudo, oportuno diante da relevância das pautas sustentáveis.

A nova presidente traz consigo um legado familiar e um exemplo de resiliência empresarial. Esse vínculo reforça o compromisso com a continuidade da tradição da entidade, mas com um olhar voltado para a modernidade, a inclusão e a representatividade. A nova gestão vai fortalecer o papel da ACB como uma “trincheira” na defesa dos interesses dos empresários, em um contexto de desafios como a instabilidade nas relações comerciais internacionais, a alta carga tributária e a burocracia excessiva, sendo estes os valores visados pela vice-presidência de sustentabiludade.

Entre as prioridades, ampliar a representatividade da ACB nos debates econômicos e políticos, garantindo que a voz do empresariado seja ouvida em decisões que impactam o ambiente de negócios. Isso inclui a criação de uma comissão de prerrogativas para conter abusos e defender os direitos dos empreendedores.

A burocracia e a insegurança jurídica são obstáculos ao crescimento empresarial. A ACB trabalhará por marcos regulatórios que facilitem a abertura e a proteção de novos negócios, promovendo um ambiente mais previsível e favorável ao investimento.

Para tanto, a força da rede colaborativa para reorganizar o setor empresarial baiano, integrando, como catalisador, casa mãe, todos os setores da economia – do comércio à indústria, do agronegócio às pequenas e médias empresas – para ampliar sua influência e impacto, com base nas ações já construídas pelo núcleo de sustentabilidade e novas iniciativas, em conexão e parceria com toda a diretoria executiva, plenária e conselho.

A ACB, sob essa gestão, reafirma seu papel como protagonista na história econômica do Brasil, pronta para liderar a Bahia rumo a um modelo de negócios que harmonize lucro, preservação ambiental e impacto social. Projetos como a revitalização da Baía de Todos os Santos, o fortalecimento do turismo náutico e a promoção de eventos que integrem sustentabilidade e inovação devem consolidar a Bahia como um polo de negócios ambientalmente responsáveis, viáveis economicamente, com impacto social positivo.

A ACB também será meio pata se superar desafios, como a alta carga tributária, a insegurança pública e jurídica, a burocracia e as carências de infraestrutura - elétrica, de transporte, e logística, atração de investimento e acesso ao financiamento. E a ACB está bem posicionada para liderar essas transformações, como protagonista nos debates econômicos e sociais do estado.

Desta forma, manter-se como pilar na articulação entre o setor empresarial e o poder público, requer da ACB visão e prática sustentáveis, não apenas como uma mera tendência ou um simples discurso, mas como base, fundamento, uma necessidade e realidade.

Com foco na defesa e valorização do empresariado, na promoção de um ambiente mais favorável aos negócios e ao empreendedorismo, equilibrando tradição e inovação, a ACB, sob a liderança de Isabela Suarez, irá promover uma Bahia cada vez mais atrativa para os negócios empresariais, funcionando, cada vez mais, como a Casa mãe do empresário e da sustentabilidade na Bahia, verdadeiro m escudo e  ponte para a defesa e o progresso de quem empreende, investe e acredita no potencial do estado.

Georges Humbert, professor, advogado, pós-doutor, doutor e mestre em direito, é autor de mais de 40 livros e 500 artigos e pesquisas. É também presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade.

***As ideias aqui apresentadas são de responsabilidade do autor e não refletem, necessariamente, a opinião do site.

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