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Publicado em 12/02/2018, às 09h54 BNews Chayenne Guerreiro
Na vida de Rosângela Lima , mudança do Garcia é sinônimo de renda extra. A secretaria do lar aproveita o movimento cultural para vender na porta de casa: cerveja , água e refrigerante.
"Todo ano eu compro cerveja no depósito e coloco um isopor na porta de casa pra vender. Ano passado consegui R$ 600 de lucro, em um só dia. São 6 faxinas a mais no meu orçamento. É a oportunidade de fazer uma graninha extra", contou.
Para o comerciante Walter Muniz, a data se transformou em caixa extra para o início do ano. Foi vendo o lucro que os amigos tinham que ele teve a ideia de vender feijão e dobradinha no circuito.
"Começo de ano é sempre mais apertado. Tenho 3 filhos pequenos ainda e dois netos , todos em fase de escola. A venda do feijão já é certa para pagar a matrícula deles e o material", explicou.
Segundo ele, a mudança significa um acréscimo de mais de R$ 1 mil no orçamento da família. "Vendo o prato a R$ 20. Já teve ano de vender mais de 200 pratos. Mais normalmente são uns 50 a 100", contabilizou.