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Inmetro reprova marcas de ração para pets; saiba detalhes

Três marcas foram reprovadas: duas de ração animal e uma de terra compostada, devido a ‘’erros formais “como falhas ortográficas e na simbologia exigidas nas embalagens, conforme as normas do Inmetro.  |  Reprodução / Ipem-AM

Publicado em 21/08/2024, às 10h06   Reprodução / Ipem-AM   Vitória Oliveira

Durante a primeira quinzena de agosto, o Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem-AM) realizou a operação “Grandes Massas” em Manaus, resultando na reprovação de duas marcas de ração para cães e gatos.

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A fiscalização também apontou irregularidades em produtos como calcário e terra compostada. As empresas responsáveis foram notificadas e têm um prazo de dez dias para apresentar sua defesa, com risco de multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão.

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) coordena a operação e fiscalizou 16 estabelecimentos na capital amazonense que comercializam rações e suplementos minerais. Segundo dados do Ipem-AM, foram coletadas 268 amostras de diversos produtos, nesta terça-feira (20), incluindo milho para consumo animal, rações, calcário, terra compostada e cimento.

Das marcas analisadas, três foram reprovadas: duas de ração animal e uma de terra compostada, devido a "erros formais" como falhas ortográficas e na simbologia exigidas nas embalagens, conforme as normas do Inmetro. Além disso, uma amostra de milho para consumo animal foi reprovada por ausência de informações obrigatórias, como a origem e peso do produto.

Outro caso de reprovação envolveu uma marca de calcário que apresentou peso inferior ao indicado na embalagem. O diretor-presidente do Ipem-AM, Renato Marinho, destacou em entrevista ao G1 a importância da operação para a proteção dos consumidores, garantindo que os produtos estejam em conformidade com as normas vigentes.

 "O objetivo da operação foi assegurar que os produtos vendidos estejam com a pesagem correta, garantindo transparência e conformidade com as leis vigentes", afirmou Marinho.

Os estabelecimentos notificados terão dez dias para se defender e poderão enfentar multas que variam de R$ 1 mil a R$ 1,5 milhão.

Classificação Indicativa: Livre


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