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Publicado em 30/09/2026, às 14h35 Devid Santana/Bnews Bernardo Rego e Maycol Douglas
O dia 4 de outubro se aproxima e com ele a definição de quem vai governar a Bahia pelos próximos quatro anos. Os eleitores podem escolher entre Ronaldo Mansur (PSOL), ACM Neto (União Brasi), Aroldo Félix (UP), Jerônimo Rodrigues (PT) e Maria Bono (PCO).
A Bahia é um Estado majoritariamente ligado à esquerda, onde o PT costuma vencer com certa facilidade e a história não se deixa mentir. Desde 2007 os governadores são do Partido dos Trabalhadores, incluindo o atual Jerônimo. A pesquisa Real Time Big Data divulgada na última segunda-feira (28) revela que Lula aparece com 43% das intenções de voto na Bahia contra 24% de Flávio Bolsonaro no cenário espontâneo.
Já no cenário estimulado de primeiro turno, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula tem 61% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece na segunda colocação, com 24%.
O Bnews foi às ruas e conversou com militantes da direita para entender como esse movimento tem crescido nos últimos anos.
A militante do MBL desde 2022, Quécia Reis, diz que não gosta quando colocam o negro como coitadinho e aponta que há escândalos de todos os lados da política. Já para Juan Souza, também militante do MBL, a pior fase do Brasil é essa, onde o PT está à frente da gestão e, na opinião dele, deveriam ser eliminados politicamente.
O músico e militante bolsonarista, Bocka Pinxain, contou que mudar do PT para a direita representou uma mudança fundamental na sua vida.
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