Brasil

Após ser barrada várias vezes em porta giratória, mãe bota bebê no chão

Publicado em 12/03/2016, às 10h45   Reprodução   Redação Bocão News (twitter: @bocaonews)

Na tentativa de entrar em uma agência bancária de Suzano, na Grande São Paulo, uma executiva de vendas colocou sua filha de apenas dois meses no chão. Conforme o G1,  ela alega que como não havia nenhuma cadeira, precisou fazer isso para identificar o objeto que a impedia de entrar no banco. 
Indignada, Léia Alves fez uma foto da filha no chão e publicou em uma rede social. O post teve centenas de compartilhamentos. A Caixa Econômica Federal informou que a porta giratória atende à legislação que disciplina o sistema de segurança e que vai avaliar a conduta dos profissionais.
Léia contou que na quarta-feira (9) foi a um banco na cidade com a bebê. No local, ela retirou da bolsa a carteira com um saco de moedas, guarda-chuva e celular e guardou em uma guarda-volumes. Assim, passou pela porta giratória sem dificuldade. 
Segundo a executiva, só depois de retirar um termômetro da bolsa é que conseguiu entrar no banco. “Eu entrei chorando e muito nervosa. Na hora que coloquei a bebê no chão, os seguranças ficaram rindo de mim.”
A Caixa Econômica Federal informou que “a instalação de portas automáticas giratórias com detectores de metal nas agências estão de acordo com a Lei 7.102/83, que disciplina o sistema de segurança em estabelecimentos financeiros. Os equipamentos de segurança são utilizados pelo banco para impedir o acesso de pessoas armadas às agências e garantir a segurança de seus clientes, nunca para criar obstáculos ou constrangimentos.”
Em nota, o banco ainda esclarece “que coloca à disposição de seus clientes o serviço de armário guarda-volumes na sala de autoatendimento da agência, para que possam ser armazenados bolsas e sacolas com objetos que ocasionem o travamento da porta automática giratória.”
Segundo a Caixa Econômica Federal, “as imagens do circuito fechado de filmagens e que tomará providências imediatas caso seja verificada má conduta por partes dos profissionais.” 

Fonte: G1

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