Cidades
Publicado em 04/07/2017, às 12h19 Redação BNews
Para a coordenadora geral do Sindilimp-BA, sindicato que representa a categoria, Ana Angélica Rabello, as manifestações vão continuar em diferentes bairros de Salvador “e que não adianta intimidação”. Os trabalhadores terceirizados ainda realizam ações no prédio da Secretaria Estadual de Educação, onde 800 pessoas atuam pela empresa Staff.
“São as mesmas razões: falta de debate entre empresas e trabalhadores e luta por direitos. Somos profissionais e atuamos de acordo com as regras, então é preciso que as empresas terceirizadas façam o mesmo”, cobra Rabello. Ela ainda diz que a questão de envolver polícia nas manifestações é um flagrante contra os direitos individuais. “Não vamos nos intimidar, nem vamos parar com os atos”.
O vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), disse que a questão deve ser explicitada e debatida com maior profundidade. “Querem esconder que a Coelba é uma empresa privada de capital internacional e que vincula seu nome a uma empresa terceirizada que maltrata os trabalhadores. Quer aumento zero para os trabalhadores”, completa.