Cidades
Publicado em 11/12/2018, às 18h09 BNews Shizue Miyazono
Após ameça de greve dos monitores de ressocialização da Bahia, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou, nesta terça-feira (11), que está tentando, junto a Procuradoria Geral do Estado, resolver o impasse contratual.
A confusão foi causada pela falta do pagamento do reajuste salarial por uma das empresas terceirizadas. Segundo o Sindicato de Ressocialização Prisional e Socioeducador (Sindap-BA), o acordo coletivo começou a ter validade em agosto, e em setembro começou a ser cumprida pelas empresas Reviver e Socializa, que pagaram normalmente os meses de setembro, outubro e novembro. Mas, em dezembro, a Socializa pagou o salário antigo e alega não ter condições de fazer o pagamento com o resjuste salarial acordado.
De acordo com o diretor do Sindap-BA, Antônio Reis, a empresa alega que pediu o reequilíbrio do contrato, mas o Estado ainda não teria feito o repasse do reequilíbrio dos salários. "Caso o Estado não venha a fazer esse reequilíbrio, eles dizem que não vão ter condições de cumprir com os salários a partir do próximo mês".
No dia 17, o sindicato vai se reunir com representantes da empresa e do Estado na Superintendência Regional do Trabalho para resolver o impase. Caso não haja solução, no dia 18 uma assembleia geral será convocada para fazer um indicatio de greve.