A prefeitura de Feira de Santana está complicada por conta de um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF) para investigar supostas irregularidades na contratação de profissionais para o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O processo tem como base a representação de um ex-funcionário do Samu – o nome foi mantido em sigilo. Prazo dado para a apresentação da defesa terminou nesta segunda-feira (23), mas a prefeitura, comandada por Tarcízio Pimenta (PDT), não se manifestou, segundo a assessoria da procuradora Vanessa Previtera, responsável pela investigação. As denúncias dão conta de que o Samu nunca realizou concurso ou seleção para contratação de condutores de ambulância, técnicos de enfermagem e enfermeiros que compõem a equipe de atendimento pré-hospitalar. Vinculado Secretaria Municipal de Saúde, o serviço foi implantado na cidade em setembro de 2004. A reportagem entrou em contato com a secretaria da Saúde de Feira de Santana. No momento, a representante que poderia falar sobre o assunto estava em uma reunião justamente no MPF, informou uma assessora.
Nota originalmente publicada às 10h31
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