Mais uma greve deflagrada na região sul da Bahia. Agora foi a vez dos médicos do Samu de Ilhéus que decidiram na noite desta segunda-feira (24) cruzar os braços a partir de 1º de fevereiro.
De acordo com o diretor-regional do Sindicatos dos Médicos da Bahia (Sindmed), Teobaldo Magalhães, os profissionais não tem reajuste salarial desde 2005. Eles reivindicam isonomia salarial, melhores condições de trabalho e pagamento de férias atrasadas.
Os profissionais recebem R$ 3,4 mil por mês e querem salário de R$ 7 mil. Teobaldo cita exemplos de municípios de porte semelhante ao de Ilhéus e que pagam entre R$ 6 mil e R$ 8,8 mil aos médicos do Samu 192, caso de Eunápolis, no extremo-sul baiano.
Durante a greve, afirma Teobaldo, o Samu vai funcionar com 30% do quadro de médicos, atendendo à legislação. Os profissionais prometem realizar ato público em frente ao Palácio Paranaguá, na próxima quinta (27).
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