Deve ir a julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (19), uma ação movida pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que suspende os efeitos de uma lei de 2009 que criou o voto impresso para as eleições de 2014. Gurgel alega que a norma compromete o sigilo e a inviolabilidade do voto assegurados constitucionalmente. A ministra Cármen Lúcia é relatora da ação.
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