Justiça

Advogada acusada de racismo contra funcionário de fast food fecha acordo com MP para pagar R$ 8 mil

Acordo com o MP inclui doação de livros antirracistas e cursos sobre diversidade e inclusão  |  Reprodução / TV Globo

Publicado em 03/04/2026, às 16h20   Reprodução / TV Globo   Yuri Pastori

A advogada que chamou um supervisor negro do Burger King, em Moema, zona sul de São Paulo, de “macaco sujo”, Fabiani Marques Zouki, assinou um acordo de não persecução penal com o Ministério Público (MP) e admitiu o crime de racismo. Na época, em julho de 2024, a ofensa foi filmada e repercutiu nas redes sociais. 

Conforme noticiou o portal Uol, o combinado prevê o pagamento de uma indenização no valor de R$ 8.105 à vítima, cursos e a doação de livros antirracistas. A Justiça homologou o acordo em 13 de fevereiro.

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O laudo indicou que ela dirigia embriagada. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi suspensa por seis meses. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) disse que ela tem formação em Direito, mas não advoga. A inscrição na Ordem foi cancelada em 2021 a pedido dela mesma.

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