Justiça
Publicado em 26/02/2026, às 20h55 - Atualizado às 21h55 Divulgação Mariana Cedrim
O corpo do cão Orelha foi exumado para realização de uma nova perícia e o resultado apontou que não foram encontradas fraturas ou lesões no esqueleto causadas por ação humana. Porém, esse resultado não descarta ausência de golpes na cabeça do animal.
“Todos os ossos do animal foram minuciosamente examinados visualmente, não tendo sido constatada qualquer fratura ou lesão que pudesse ter sido causada por ação humana, nem mesmo em crânio, em região esquerda, na qual já foi discutido […] que há compatibilidade de ter havido ação traumática por instrumento contundente”, diz um trecho do laudo.
Mesmo com a exumação, a causa da morte de Orelha não foi identificada. Vale destacar que os peritos explicaram que, na maioria dos casos de traumatismo craniano, as fraturas não são identificadas podem levar o animal ao óbito.
"É plenamente plausível que o animal tenha sofrido um trauma contundente em cabeça em um dia e piorado clinicamente de forma progressiva até o outro”, dizem os peritos.
Cão Orelha: Delegado investigado por abuso de autoridade no caso deixa o cargo para alavancar carreira política
Cão Orelha ganha homenagem emocionante no desfile da Mocidade: “não vai ser esquecido”