Justiça
Publicado em 28/06/2024, às 07h26 Reprodução/YouTube Pedro Moraes
A declaração de um policial militar que revelou comemorar mortes de suspeitos com “charutos e cervejas” o custou caro. Com cargo de sargento da PM de São Paulo, Gabriel Luís de Oliveira, ficou ainda mais público após vir à tona o fato dele ser um dos 13 agentes acusados de participar da morte de nove pessoas em dezembro de 2019, em um baile funk em Paraisópolis (SP).
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O indivíduo é um dos agentes que participaram do vídeo gravado pelo youtuber norte-americano Gin Kimura no mês de abril deste ano, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (26) pelo jornal Folha de S. Paulo.
iel era quem dirigia o primeiro tático móvel que chegou à favela de Paraisópolis na data do fato. O veículo apoiava a perseguição de duas motos cujo ocupantes haviam atirado objetos contra outros agentes. A corporação garantiu que foi atacada por garrafas e pedras, o que gerou o revide com bombas de efeito moral e bala de borracha.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) afirmou ainda que o sargento Gabriel Luís desceu da viatura e agrediu com um cassetete “quem buscasse fugir do tumulto por aquela esquina”.
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