Justiça
Publicado em 15/09/2026, às 08h05 Gustavo Moreno/SCO/STF Matheus Simoni
Diante da ofensiva mobilizada pelo ministro André Mendonça contra o seu colega de Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o comando do Judiciário do país pode mudar de mãos no futuro. Isso porque a linha sucessória do Supremo após a saída de Edson Fachin da presidência tem justamente Moraes como próximo presidente.
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O mandato do ministro se encerra em 28 de setembro do próximo ano. Na sequência, assumiria a presidência Alexandre de Moraes. No entanto, caso o julgamento desta terça-feira (15) resulte num afastamento dele, o ministro ficaria impedido de assumir a presidência da Corte como previsto.
Diante do cenário, o próximo da ordem sucessória seria o ministro Nunes Marques, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020. Ele assumiria o mandato de presidente e teria o próprio Mendonça como vice.
A sucessão para a presidência do Supremo segue, por tradição, o critério de antiguidade entre os ministros que ainda não assumiram o comando da Corte, cumprindo mandatos de dois anos e sem direito à reeleição. Completando a sequência, o STF seria comandado por André Mendonça (2031-2033), Cristiano Zanin (2033-2035) e Flávio Dino (2035-2037).
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