Justiça

Prazo de processo contra promotor que chamou advogada de “galinha” termina, mas parecer não foi dado

A advogada conta que reclamou das interrupções feitas pelo promotor e foi então que as ofensas começaram  |  Reprodução/ vídeo

Publicado em 10/10/2024, às 00h40   Reprodução/ vídeo   Cadastrada por Letícia Rastelly

Mais quatro meses já se passaram e o procedimento administrativo disciplinar (PAD) instaurado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra o promotor Francisco Santiago, não foi finalizado. O servidor está sendo investigado pelo seu comportamento com a advogada criminalista Sarah Quinetti, ao qual ele chamou de "galinha garnizé", em 26 de março desse ano, em audiência.

O PAD, aberto em maio, por meio de representação movida por dois conselheiros da entidade, tinha prazo de 90 dias para a conclusão, podendo ser estendido, caso o relator precisasse, mas já faz 129 dias que a análise ocorre.

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Para o Estado de Minas, o Conselho disse estar “seguindo os ritos previstos” no regimento interno da entidade, que define as fases de defesa prévia, instrução e análise do caso. Ao jornal, a advogada contou que participava de uma audiência em que seu cliente era acusado de coautoria em um homicídio e ela reclamou das interrupções feitas pelo promotor, até que as ofensas começaram.

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