Justiça

STF torna ré enfermeira que tentou agredir Dino em avião

Maria Shirlei Piontkievicz, de 57 anos, foi contida por segurança após gritar ofensas e incitar tumulto durante o voo com Flávio Dino.  |  Fellipe Sampaio / SCO / STF / Divulgação

Publicado em 19/01/2026, às 19h38 - Atualizado às 19h38   Fellipe Sampaio / SCO / STF / Divulgação   Daniel Serrano

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, tornar ré a mulher que hostilizou o ministro Flávio Dino em um avião em São Luís, no Maranhão, em setembro do ano passado.

 A decisão foi tomada pelos magistrados em dezembro e o acórdão do caso foi publicado no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) na última sexta-feira (16).

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De acordo com relatos, a enfermeira Maria Shirlei Piontkievicz, de 57 anos, partiu para cima de Dino aos berros e tentou agredir o ministro. Ela foi contida pelo segurança do magistrado. Ela também teria gritado que "não respeita esse tipo de gente" e que "este avião está contaminado" e perguntou: "onde o comunismo deu certo?".

Em nota divulgada à época, a assessoria do ministro disse que a passageira gritava frases como “o Dino está aqui”, apontando para o ministro. "Uma clara tentativa de incitar uma espécie de rebelião a bordo", diz trecho da nota.

Piontkievicz foi acusada dos crimes de injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo. O processo tramita sob sigilo.

Classificação Indicativa: Livre


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