A direção do Teatro Jorge Amado ainda espera que o governo do estado assuma o compromisso feito por Jaques Wagner (PT) em julho do ano passado, e anuncie uma solução definitiva para garantir que o espaço não vá a leilão.
A venda do Jorge Amado foi imposta pelo Banco Central à Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), que tomou a posse do imóvel situado na Avenida Manoel Dias, Pituba, por conta de dívidas trabalhistas deixadas pelo antigo proprietário, o curso de idiomas UEC.
Mas, até hoje, quase seis meses depois da promessa feita por Wagner, a saída para impedir o fechamento do teatro não saiu. Também não houve sinal positivo do Palácio de Ondina para a proposta de compra feita pelo secretário de Desenvolvimento, Turismo, Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani, deixando a equipe de funcionários do estado em permanente tensão.
As informações são da coluna Satélite, do jornal Correio.
Postada às 11h51 do dia 18 de janeiro
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