Economia & Mercado

Crítico à reforma tributária, setor de serviços vê sucessão de Rodrigo Maia com apreensão

Nomes como Baleia Rossi (MDB-SP) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) preocupam dirigentes  |  Agência Câmara

Publicado em 23/12/2020, às 06h00   Agência Câmara   Painel S/A, Folha

Crítico dos principais projetos de reforma tributária que estão em tramitação no Congresso, o setor de serviços vê com apreensão a disputa pela presidência da Câmara em 2022. Entre os nomes que vem sendo lembrados para receber o apoio de Rodrigo Maia (DEM-RJ) em sua sucessão estão os de Baleia Rossi (MDB-SP), autor da PEC-45, proposta que unifica o pagamento de cinco impostos, e o de Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da comissão mista que trata do assunto.

João Diniz, presidente da Cebrasse (Central Brasileira do Setor de Serviços), diz que o projeto de Rossi aumenta tributos e ameaça empregos no setor. Também afirma que suas considerações não têm sido ouvidas por Ribeiro. “Não torcemos por candidatos apologistas dessa proposta.”

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Por outro lado, os dirigentes dizem não conhecer bem a posição em relação à reforma do deputado Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo Governo Federal. “Ele não foi um grande ator nesse debate. Mas, se for eleito, deverá trabalhar pelo projeto de unificação de PIS e Cofins do governo”, diz Reynaldo Lima Junior, do Sescon-SP (escritórios contábeis).

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