Economia & Mercado
Publicado em 03/07/2024, às 08h09 - Atualizado às 08h32 Divulgação Verônica Macedo
Em mais um capítulo da fraude que envolve nomes da alta cúpula da Americanas, informações fornecidas pelos investigadores do Ministério Público Federal (MPF) apontam que o esquema ilegal, durante o período superior a dez anos, envolvia a criação de e-mails fantasmas, ou seja, falsos, de fornecedores para justificar gastos inexistentes da empresa.
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Essa informação foi noticiada em reportagem de o jornal O Globo. Segundo a matéria, a descoberta é baseada na delação de Marcelo da Silva Nunes, ex-diretor financeiro do grupo.
Ainda de acordo com a reportagem, "os fornecedores não tinham noção de que os e-mails das cartas de Verba de Propaganda Cooperada (VPC) eram alterados", conforme relatou Nunes aos investigadores do MPF.
A matéria de O Globo também ressaltou que, segundo a delação de Nunes, “o objetivo era que essas cartas dos fornecedores fossem enviadas às auditorias para aprovar as contas da varejista... e nas reuniões com a auditoria sempre se fez tudo para esconder essas fraudes. O processo de fechamento de resultado de final de ano era sempre muito traumático porque tinham que ser cometidas várias fraudes para esconder da auditoria".
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