Economia & Mercado
Publicado em 26/01/2023, às 12h54 Everton Amaro/Fiesp/Divulgação Cadastrado por Yuri Abreu
Após uma crise que podia ter efeitos catastróficos dentro da instituição, com uma guerra de três meses entre oposição e situação, parece que disputa pelo poder na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está próxima de ser pacificada.
O clima de instabilidade na entidade explodiu em outubro de 2022, de acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Um grupo expressivo, capitaneado por Paulo Skaf - que não antecedeu Josué Gomes da Silva na presidência, além de tê-lo lançado candidato ao cargo - iniciou naquele momento um forte movimento para ejetar o atual mandatário da sua cadeira.
O ápice das divergências deu-se na semana passada. Uma assembleia tentou a destituição de Josué. Alguns dias depois um grupo de diretores e funcionários enviou um e-mail, em nome da Fiesp, avisando que o novo presidente era o vice, Elias Miguel Haddad. Oficialmente, contudo, não era.
No entanto, aliados de Josué Gomes da Silva e seus aliados estão finalizando um documento com as bases do acordo para dar fim a esta guerra. O texto, que deve ser tornado público até esta sexta-feira (27), também conta com o aval da oposição na entidade.
Josué, numa reunião comandada por ele na Federação, na última terça-feira (24), já havia feito um primeiro aceno público à unidade. Pregou uma maior participação de sindicatos nas decisões da diretoria. Foi um sinal, ao público externo, que as armas de guerra estavam sendo recolhidas.
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