Economia & Mercado

Dólar apresenta alta com influência das tensões no Oriente Médio

Os conflitos no Oriente Médio deixou os agentes financeiros em alerta  |  O dólar teve um aumento de 0,51%, ficando de 5,5146 reais na venda. - Valter Campanato/Agência Brasil

Publicado em 08/10/2024, às 12h37   O dólar teve um aumento de 0,51%, ficando de 5,5146 reais na venda. - Valter Campanato/Agência Brasil   Publicado por Vagner Ferreira

O dólar teve alta frente ao real nesta terça-feira (08), diante dos temores de aumento das tensões no Oriente Médio e da falta de estímulos chineses na economia. 

Segundo reportagem do portal Terra, às 9h31 desta terça-feira, o dólar teve um aumento de 0,51%, ficando 5,5146 reais na venda. Em relação ao B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento teve um aumento de 0,21%, chegando a 5,525 reais na venda. Inclusive, nesta sessão, o dólar aumentava os ganhos da véspera sobre moedas de países emergentes. 

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De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zheng Shanjie, o Brasil pretende emitir, a partir do próximo ano, 200 bilhões de iuanes (28,3 bilhões de dólares) em gastos orçamentários e projetos de investimentos, além de acelerar gastos fiscais para fortalecer as políticas macroeconômicas, acrescentou. 

Com a falta de estímulos da China, os preços de commodities importantes, a exemplo de petróleo e minério de ferro, recuaram, e assim o dólar avançava onde a moeda chinesa não dominava. Outro problema que deixou agentes financeiros em alerta foi os conflitos no Oriente Médio, com a guerra entre Israel e Líbano contra o grupo Hezbollah. 

As atenções se voltaram também para os dados de inflações nos Estados Unidos, com os mercados em busca de sinais sobre a trajetória dos juros do Federal Reserve. Está previsto para que, nesta quinta-feira (10), seja divulgado o índice de preços ao consumidor dos EUA, com expectativa de aumento em 0,1% em setembro, ante o avanço de 0,2% no mês de agosto.

Já no Brasil, os dados do IPCA de setembro serão divulgados na quarta-feira, com expectativa de alta em 0,46%, com queda de 0,02% em agosto.

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