Economia & Mercado
Publicado em 28/08/2025, às 13h09 Divulgação / Pixabay Vagner Ferreira
As operações Carbono Oculto e Tank, que foram deflagradas na manhã desta quinta-feira (28), mostram como notícias falsas sobre o pagamento via PIX ajudaram no avanço de organizações criminosas para lavagem de dinheiro. Com isso, o Congresso Nacional começa a ser pressionado por reforço nas medidas de segurança.
De acordo com informações do portal Valor Econômico, a Receita Federal havia adicionado uma medida na Instrução Normativa (IN) 2219/24 que exigia que as fintechs sinalizassem as movimentações que eram feitas. No entanto, a medida foi revogada pelo governo meses depois do decreto após uma série de fake news que se espalharam sobre a possibilidade de taxação do PIX. Ainda, foi proibido que estabelecimentos comerciais cobrassem tributações ou adicionais nas vendas por pagamentos instantâneos.
Um dos fatores que facilita a participação de fintechs em crimes organizados é “a não obrigatoriedade de prestação de informações à Receita Federal sobre as operações financeiras dos clientes por meio da e-Financeira”, conforme sinalizado na IN. O órgão segue informando, segundo a reportagem, que “diminuir a opacidade das instituições de pagamento, alterações essas revogadas no início de 2025 após onda de fake news sobre o tema”.
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