Economia & Mercado
Publicado em 25/01/2025, às 17h09 Rovena Rosa / Agência Brasil Publicado por Vagner Ferreira
Levantamento feito pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base em dados do Impostômetro, apontou alta de 52% em relação aos impostos sobre o valor dos materiais escolares.
O economista Ulisses Ruiz de Gamboa ressaltou, no entanto, que o aumento não se limitou apenas aos materiais, mas sim em todo o custo da educação.
De acordo com informações do jornal A Tarde, no comparativo geral, a caneta foi o ítem mais caro, com cerca de 51,7% dos tributos, mantendo a liderança da lista, visto que registrou 51,7% no ano passado. Em seguida ficou a calculadora (43,43%), régua (43,91%), tesoura (41,47%) e caderno (34,58%).
Ainda assim, a média dos produtos foi avaliada como de leve redução, mesmo com a elevação dos impostos, podendo ser justificada pelas desonerações. Já a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae) informou que, em relação a 2024, o aumento foi de 7%.
Para a economista e professora da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Nadja Heiderich, a alta se deu devido a fatores como aumento do IPCA, encarecimento das matérias-primas e a valorização do dólar.
Confira lista com os maiores aumentos:
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