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Economia & Mercado

Lula zera imposto da gasolina por 30 dias antes do segundo turno e Flávio Bolsonaro reage

Medida terá duração de 30 dias e prevê redução de R$ 0,89 por litro, além de ampliar subsídios ao diesel; Flávio Bolsonaro criticou a decisão.  |  José Cruz/Agência Brasil

Publicado em 10/10/2026, às 07h00 - Atualizado às 07h01   José Cruz/Agência Brasil   Redação Bnews

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (9) a isenção temporária dos impostos sobre a gasolina por 30 dias, a duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais.

A medida representa um alívio de R$ 0,89 por litro e busca conter a alta dos combustíveis em meio à valorização internacional do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio. O candidato Flávio Bolsonaro (PL) criticou a decisão e alertou para uma possível alta do diesel após as eleições.

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Isenção reduz preço da gasolina

A decisão do governo Lula ocorre em meio à pressão sobre os preços dos combustíveis e ao debate sobre o custo de vida durante a campanha eleitoral. No dia 25 de outubro, o presidente disputará o segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que tem criticado repetidamente o governo pelo encarecimento das despesas dos brasileiros.

A isenção dos impostos sobre a gasolina terá duração de 30 dias. Segundo o anúncio, a medida representa uma redução de R$ 0,89 por litro.

Governo amplia subsídios ao diesel

O pacote anunciado também prevê o aumento dos subsídios aos importadores de diesel, combustível predominante no transporte de cargas.

Ao justificar a iniciativa, a Presidência da República classificou o momento como crítico para o abastecimento. O governo informou que o impacto fiscal das isenções será compensado “com receitas extraordinárias de petróleo da União”.

Flávio Bolsonaro chama medida de 'bomba'

Flávio Bolsonaro reagiu ao anúncio e chamou o governo de “irresponsável”. O candidato também alertou para a possibilidade de o preço do diesel subir depois das eleições.

Durante um ato de campanha, Flávio classificou a decisão como uma “bomba” que Lula joga “no colo do consumidor”.

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