Economia & Mercado

Ministro afirma: “Brasil não entrará em 'guerra comercial' com EUA após aumento de tarifas"; entenda

EUA anunciou, nesta segunda-feira (10), tarifas de 25% sobre aço e alumínio exportados pelo Brasil  |  Divulgação / Cristiano Mariz/Agência O Globo

Publicado em 11/02/2025, às 14h27 - Atualizado às 14h47   Divulgação / Cristiano Mariz/Agência O Globo   Verônica Macedo

Guerra comercial não faz bem para ninguém. O Brasil não estimula e não entrará em nenhuma ‘guerra comercial'”, afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, durante encontro de prefeitos em Brasília.

O depoimento de Padilha, divulgado em reportagem de o jornal O Globo, refere-se à medida anunciada pelo presidente dos Estados Unidos - EUA, Donald Trump, nesta segunda-feira (10), na qual determina tarifas de 25% sobre aço e alumínio importados do país.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

“A medida afeta diretamente as exportações brasileiras, responsável por boa parte do fornecimento dos metais aos americanos. Segundo Haddad, ainda não há uma definição do governo se haverá alguma reação, mas que a ideia é não estimular uma disputa de tarifas com os EUA”, pontua a matéria.

Vale destacar, conforme explica a reportagem, que o Brasil é o segundo maior fornecedor desses materiais para os Estados Unidos. No ano passado, foram exportadas 4,08 milhões de toneladas do metal para os EUA. O Canadá lidera o ranking mundial, pois, em 2024 exportou 5,95 milhões de toneladas dos produtos.

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube!

Classificação Indicativa: Livre


TagsEUAAlexandre Padilhaeconomia brasileiraimpacto econômicotarifas de importaçãoexportações de alumínioranking de exportaçãoexportações de açorelacionamento Brasil EUAfornecimento de metaismedidas comerciais

Leia também


Dívida bilionária obriga gigante Bombril a pedir recuperação judicial; confira detalhes


Brasileiros gastam mais de R$ 100 mil para cruzar fronteira ilegalmente e opções legais e econômicas são ignoradas, diz advogado